Semana passada vi uma história de um administrador que participou de uma negociação que não sentiu muito orgulho, mesmo sabendo que economizou para a empresa algumas milhares de reais... Enganar não é um bom caminho, é um caminho que traz desconfiança e incertezas, pode ter o troco a altura e/ou com juros, eu sinceramente odeio juros, comprei um carro a prestação e estou pagando muitos juros, mas enfim, não vem ao acaso, mas é conseqüência...
Depois de ouvir esta história, não paro de pensar em ética, quais as nossas verdadeiras ações diante de pessoas e situações antiéticas? Quando nos omitimos também nos tornamos pessoas antiéticas? E se a conseqüência gera um pedido de demissão, ou se “entregar” a pessoa, como conseqüência também gera uma demissão? ou uma desconfiança generalizada dentro da empresa, hoje em dia emprego não está tão fácil, como havia citado anteriormente, temos contas para pagar no final do mês eu tenho o carro para pagar...
Por coincidência ou não, nesta semana assistir a reportagem da parceria ilegal e antiética entre médicos e farmácias e também li um blog que citava uma regra que deveria ser levada a sério na vida profissional e na vida pessoal para ter sucesso e transparência.
A regra de ouro:
Não faça aos outros o que não gostaria que fizessem a você e não tome nenhuma atitude que você não se orgulharia de contar aos seus pais, a seus familiares, aos seus amigos ou não gostaria de ver descritas nos jornais.
segunda-feira, 19 de abril de 2010
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Tá na base do princípio cristão, né... RESPEITO acima de tudo. Embora seja uma pequena palavrinha, tem um significado e força grandiosíssimos!
ResponderExcluirSaudade irmão..
bjos