Pouca gente sabe que, em certos casos, a lei permite que o funcionário continue usando o plano da empresa mesmo depois de ser demitido
Para muita gente, perder um emprego significa mais do que ficar sem o salário mensal. Significa, também, abrir mão de uma série de benefícios importantes - entre eles, o plano de saúde corporativo. O que poucos sabem é que, em certos casos, a lei permite que o funcionário continue usando o plano da empresa mesmo depois de ser demitido. Para isso, é necessário que o desligamento tenha ocorrido sem justa causa e que o funcionário assuma a mensalidade no lugar da empresa - o que costuma valer a pena, já que os planos corporativos têm um custo geralmente menor.
Entretanto, são poucos os funcionários que aproveitam a brecha para atenuar o impacto de uma demissão. Primeiro, porque a maioria das pessoas desconhece esse benefício. Segundo, porque as próprias empresas não fazem muita questão de divulgá-lo. "Para a empregadora, essa escolha implica a manutenção de uma despesa. Apesar de o ex-empregado arcar com as parcelas, o custo da sinistralidade continua sendo da empresa", explica a advogada Maria Lucia Benhame, da Benhame Advogados, de São Paulo. Ela lembra, ainda, que a manutenção do plano pode comprometer o orçamento do próprio empregado demitido. "Muitas vezes, ele não tem condições financeiras de arcar com o custo do plano", ressalva.
terça-feira, 27 de abril de 2010
Você é insubstituível ? ? ?
Primeiro responda, e depois leia o texto:
Na sala de reunião de uma multinacional o diretor nervoso fala com sua equipe de gestores.
Agita as mãos, mostra gráficos e, olhando nos olhos de cada um ameaça:"Ninguém é insubstituível".
A frase parece ecoar nas paredes da sala de reunião em meio ao silêncio. Os gestores se entreolham, alguns abaixam a cabeça. Ninguém ousa dizer nada.
De repente um braço se levanta e o diretor se prepara para triturar o atrevido:
- Alguma pergunta?
- Tenho sim. E o Beethoven?
- Como? (O encara o gestor confuso).
- O senhor disse que ninguém é insubstituível e quem substituiu o Beethoven?
Silêncio...
Ouvi essa estória esses dias contados por um profissional que conheço e achei muito pertinente falar sobre isso...
Afinal as empresas falam em descobrir talentos, reter talentos, mas, no fundo continuam achando que os profissionais são peças dentro da organização e que, quando sai um, é só encontrar outro para por no lugar.
Quem substitui Beethoven? Tom Jobim? Ayrton Senna? Ghandi? Frank Sinatra? Garrincha? Santos Dumont? Monteiro Lobato? Elvis Presley? Os Beatles? Jorge Amado? Pelé? Paul Newman? Albert Einstein? Picasso? Reinaldo a fera do Galo?
Todos esses talentos marcaram a História fazendo o que gostam e o que sabem fazer bem, ou seja, fizeram seu talento brilhar. E, portanto, são sim insubstituíveis.
Cada ser humano tem sua contribuição a dar e seu talento direcionado para alguma coisa. Está na hora dos líderes das organizações reverem seus conceitos e começarem a pensar em como desenvolver o talento da sua equipe focando no brilho de seus pontos fortes e não utilizando energia em reparar 'seus gaps'.
Ninguém lembra e nem quer saber se Beethoven era surdo, se Picasso era instável, Caymmi preguiçoso, Kennedy egocêntrico, Elvis obsessivo... O que queremos é sentir o prazer produzido pelas sinfonias, obras de arte, discursos memoráveis e melodias inesquecíveis, resultado de seus talentos.
Cabe aos líderes de sua organização mudar o olhar sobre a equipe e voltar seus esforços em descobrir os pontos fortes de cada membro. Fazer brilhar o talento de cada um em prol do sucesso de seu projeto.
Se seu gerente / coordenador, ainda está focado em 'melhorar as fraquezas' de sua equipe corre o risco de ser aquele tipo de líder que barraria Garrincha por ter as pernas tortas, Albert Einstein por ter notas baixas na escola, Beethoven por ser surdo e Gisele Bündchen por ter nariz grande. E na gestão dele o mundo teria perdido todos esses talentos.
Quando o Zacarias dos Trapalhões faleceu, ao iniciar o programa seguinte, o Dedé entrou em cena e falou mais ou menos assim:
"Estamos todos muitos tristes com a partida de nosso irmão Zacarias... e hoje, para substituí-lo, chamamos:.. Ninguém... pois nosso Zaca é insubstituível"
Portanto nunca esqueça: Você é um talento único... Com toda certeza ninguém te substituirá.
Isso não só na vida profissional, mas na pessoal também... às vezes terminamos relacionamentos por só conseguir enxergar os "defeitos" do outro, e sempre ficamos em busca de alguém "perfeito", mas se pararmos e olharmos para as inesquecíveis canções que só aquela pessoa soube criar dentro de você e tudo mais que ela tem de bom, o final feliz aconteceria....
(Autor desconhecido, infelizmente)
Na sala de reunião de uma multinacional o diretor nervoso fala com sua equipe de gestores.
Agita as mãos, mostra gráficos e, olhando nos olhos de cada um ameaça:"Ninguém é insubstituível".
A frase parece ecoar nas paredes da sala de reunião em meio ao silêncio. Os gestores se entreolham, alguns abaixam a cabeça. Ninguém ousa dizer nada.
De repente um braço se levanta e o diretor se prepara para triturar o atrevido:
- Alguma pergunta?
- Tenho sim. E o Beethoven?
- Como? (O encara o gestor confuso).
- O senhor disse que ninguém é insubstituível e quem substituiu o Beethoven?
Silêncio...
Ouvi essa estória esses dias contados por um profissional que conheço e achei muito pertinente falar sobre isso...
Afinal as empresas falam em descobrir talentos, reter talentos, mas, no fundo continuam achando que os profissionais são peças dentro da organização e que, quando sai um, é só encontrar outro para por no lugar.
Quem substitui Beethoven? Tom Jobim? Ayrton Senna? Ghandi? Frank Sinatra? Garrincha? Santos Dumont? Monteiro Lobato? Elvis Presley? Os Beatles? Jorge Amado? Pelé? Paul Newman? Albert Einstein? Picasso? Reinaldo a fera do Galo?
Todos esses talentos marcaram a História fazendo o que gostam e o que sabem fazer bem, ou seja, fizeram seu talento brilhar. E, portanto, são sim insubstituíveis.
Cada ser humano tem sua contribuição a dar e seu talento direcionado para alguma coisa. Está na hora dos líderes das organizações reverem seus conceitos e começarem a pensar em como desenvolver o talento da sua equipe focando no brilho de seus pontos fortes e não utilizando energia em reparar 'seus gaps'.
Ninguém lembra e nem quer saber se Beethoven era surdo, se Picasso era instável, Caymmi preguiçoso, Kennedy egocêntrico, Elvis obsessivo... O que queremos é sentir o prazer produzido pelas sinfonias, obras de arte, discursos memoráveis e melodias inesquecíveis, resultado de seus talentos.
Cabe aos líderes de sua organização mudar o olhar sobre a equipe e voltar seus esforços em descobrir os pontos fortes de cada membro. Fazer brilhar o talento de cada um em prol do sucesso de seu projeto.
Se seu gerente / coordenador, ainda está focado em 'melhorar as fraquezas' de sua equipe corre o risco de ser aquele tipo de líder que barraria Garrincha por ter as pernas tortas, Albert Einstein por ter notas baixas na escola, Beethoven por ser surdo e Gisele Bündchen por ter nariz grande. E na gestão dele o mundo teria perdido todos esses talentos.
Quando o Zacarias dos Trapalhões faleceu, ao iniciar o programa seguinte, o Dedé entrou em cena e falou mais ou menos assim:
"Estamos todos muitos tristes com a partida de nosso irmão Zacarias... e hoje, para substituí-lo, chamamos:.. Ninguém... pois nosso Zaca é insubstituível"
Portanto nunca esqueça: Você é um talento único... Com toda certeza ninguém te substituirá.
Isso não só na vida profissional, mas na pessoal também... às vezes terminamos relacionamentos por só conseguir enxergar os "defeitos" do outro, e sempre ficamos em busca de alguém "perfeito", mas se pararmos e olharmos para as inesquecíveis canções que só aquela pessoa soube criar dentro de você e tudo mais que ela tem de bom, o final feliz aconteceria....
(Autor desconhecido, infelizmente)
segunda-feira, 19 de abril de 2010
A regra de ouro
Semana passada vi uma história de um administrador que participou de uma negociação que não sentiu muito orgulho, mesmo sabendo que economizou para a empresa algumas milhares de reais... Enganar não é um bom caminho, é um caminho que traz desconfiança e incertezas, pode ter o troco a altura e/ou com juros, eu sinceramente odeio juros, comprei um carro a prestação e estou pagando muitos juros, mas enfim, não vem ao acaso, mas é conseqüência...
Depois de ouvir esta história, não paro de pensar em ética, quais as nossas verdadeiras ações diante de pessoas e situações antiéticas? Quando nos omitimos também nos tornamos pessoas antiéticas? E se a conseqüência gera um pedido de demissão, ou se “entregar” a pessoa, como conseqüência também gera uma demissão? ou uma desconfiança generalizada dentro da empresa, hoje em dia emprego não está tão fácil, como havia citado anteriormente, temos contas para pagar no final do mês eu tenho o carro para pagar...
Por coincidência ou não, nesta semana assistir a reportagem da parceria ilegal e antiética entre médicos e farmácias e também li um blog que citava uma regra que deveria ser levada a sério na vida profissional e na vida pessoal para ter sucesso e transparência.
A regra de ouro:
Não faça aos outros o que não gostaria que fizessem a você e não tome nenhuma atitude que você não se orgulharia de contar aos seus pais, a seus familiares, aos seus amigos ou não gostaria de ver descritas nos jornais.
Depois de ouvir esta história, não paro de pensar em ética, quais as nossas verdadeiras ações diante de pessoas e situações antiéticas? Quando nos omitimos também nos tornamos pessoas antiéticas? E se a conseqüência gera um pedido de demissão, ou se “entregar” a pessoa, como conseqüência também gera uma demissão? ou uma desconfiança generalizada dentro da empresa, hoje em dia emprego não está tão fácil, como havia citado anteriormente, temos contas para pagar no final do mês eu tenho o carro para pagar...
Por coincidência ou não, nesta semana assistir a reportagem da parceria ilegal e antiética entre médicos e farmácias e também li um blog que citava uma regra que deveria ser levada a sério na vida profissional e na vida pessoal para ter sucesso e transparência.
A regra de ouro:
Não faça aos outros o que não gostaria que fizessem a você e não tome nenhuma atitude que você não se orgulharia de contar aos seus pais, a seus familiares, aos seus amigos ou não gostaria de ver descritas nos jornais.
sábado, 17 de abril de 2010
domingo, 11 de abril de 2010
Está na hora de trocar de emprego ! ! ! !
Todos os profissionais já passaram por este dilema, qual o momento certo pra trocarmos de empresa, quais os fatores a ser observados, bom...vamos por partes.
Qualidade de vida é um dos motivos para muitos trocarem de empresas grandes para empresas menores, é menos burocracia, decisões mais rápidas, menos reuniões, menos cobrança, menos stress, processos de trabalho mais curtos e dependendo do cargo salário menor também, mudar da cidade grande para cidade pequena, com menos tempo em trânsito, cidades mais verde, menos distancia do trabalho para casa, mais tranqüilidade, mais lazer e às vezes menos violência.
Salários....é claro que todos querem receber cada vez mais, mas nem sempre os maiores salários vem acompanhado somente de mais trabalhos e responsabilidades, alguns vem com o pacote de stress, maior tempo fora de casa com viagens, mais tempo no trabalho, menos tempo com a família.
Mudança de ares, você que trabalhou a vida inteira nos setores financeiros e recebeu a oportunidade de gerenciar a área financeira, maravilha, vai gerenciar uma área que domina e não terá dificuldades para formar, treinar, motivar e incentivar os profissionais, remanejamento de subordinados e até reformular os processos deste setor... Mas, quando um profissional recebe oportunidade de gerenciar um setor diferente do que tem conhecimento ou aceita uma oportunidade em outra empresa para gerenciar o setor diferente numa empresa com o segmento diferente, nesta situação deve-se avaliar para que não haja arrependimentos futuro, senão ambos sairiam prejudicados, a empresa teria que fazer um novo processo de recrutamento perdendo tempo e dinheiro e prejudicando a si mesmo, pois terá que procurar outro emprego.
Compatibilidade com a missão e objetivo, com o novo cargo e empresa, na década de 70 o piloto brasileiro de fórmula 1 Emmerson Fittipaldi foi patrocinado a vida inteira por companhia de fabricação e vendas de cigarros, o mesmo nunca fumou um cigarro sequer, mas nem sempre as opiniões adversas andam lado a lado, já imaginou apresentadora Xuxa apresentando uma luta de vale tudo, eu também não, somente imaginei para escrever este texto, enfim deve escolher uma empresa que tenha o mesmo princípios e ética que você, para que o casamento empregado e empregador dê certo.
Contudo se realmente estiver cansado da vida profissional, acha que a empresa é longe casa e que tudo que faz é chato, repetitivo, cansativo e procura novos rumos, uma empresa nova com departamento e responsabilidades diferentes lhe fará bem, quem sabe está na hora de colocar em prática aquele desejo de abrir uma empresa, uma pousada, fazer um doutorado e dar aulas......boa sorte.
Qualidade de vida é um dos motivos para muitos trocarem de empresas grandes para empresas menores, é menos burocracia, decisões mais rápidas, menos reuniões, menos cobrança, menos stress, processos de trabalho mais curtos e dependendo do cargo salário menor também, mudar da cidade grande para cidade pequena, com menos tempo em trânsito, cidades mais verde, menos distancia do trabalho para casa, mais tranqüilidade, mais lazer e às vezes menos violência.
Salários....é claro que todos querem receber cada vez mais, mas nem sempre os maiores salários vem acompanhado somente de mais trabalhos e responsabilidades, alguns vem com o pacote de stress, maior tempo fora de casa com viagens, mais tempo no trabalho, menos tempo com a família.
Mudança de ares, você que trabalhou a vida inteira nos setores financeiros e recebeu a oportunidade de gerenciar a área financeira, maravilha, vai gerenciar uma área que domina e não terá dificuldades para formar, treinar, motivar e incentivar os profissionais, remanejamento de subordinados e até reformular os processos deste setor... Mas, quando um profissional recebe oportunidade de gerenciar um setor diferente do que tem conhecimento ou aceita uma oportunidade em outra empresa para gerenciar o setor diferente numa empresa com o segmento diferente, nesta situação deve-se avaliar para que não haja arrependimentos futuro, senão ambos sairiam prejudicados, a empresa teria que fazer um novo processo de recrutamento perdendo tempo e dinheiro e prejudicando a si mesmo, pois terá que procurar outro emprego.
Compatibilidade com a missão e objetivo, com o novo cargo e empresa, na década de 70 o piloto brasileiro de fórmula 1 Emmerson Fittipaldi foi patrocinado a vida inteira por companhia de fabricação e vendas de cigarros, o mesmo nunca fumou um cigarro sequer, mas nem sempre as opiniões adversas andam lado a lado, já imaginou apresentadora Xuxa apresentando uma luta de vale tudo, eu também não, somente imaginei para escrever este texto, enfim deve escolher uma empresa que tenha o mesmo princípios e ética que você, para que o casamento empregado e empregador dê certo.
Contudo se realmente estiver cansado da vida profissional, acha que a empresa é longe casa e que tudo que faz é chato, repetitivo, cansativo e procura novos rumos, uma empresa nova com departamento e responsabilidades diferentes lhe fará bem, quem sabe está na hora de colocar em prática aquele desejo de abrir uma empresa, uma pousada, fazer um doutorado e dar aulas......boa sorte.
segunda-feira, 5 de abril de 2010
Quanto vale o show? ? ?
Quem nunca invejou aqueles cidadãos de terno finos com cargos de executivos, que ficam para cima e para baixo viajando de avião, tem executivos que ficam mais tempo em hotéis do que a própria casa, será que vale a pena?
Na faculdade aprendi que a cada decisão a ter tomada devemos fazer uma margem, onde colocamos de um lado todos os pontos positivos e do outro lado os pontos negativos, logicamente se a soma dos pontos positivos for maior que o negativo, vale a pena seguir em frente...
Quais são os pontos positivos? O dinheiro, status, futuro promissor, oportunidades, conhecimentos novos, locais novos, pessoas novas. São muitas coisas, mas para cada decisão tomada há coisas que desprendemos naturalmente ou por conseqüências, como contato da família, crescimento dos filhos, raízes curtas, solidão, saudades, condições de trabalho e etc.
Para qualquer oportunidade de trabalho, as que exigem viagens, mudança de residência devem ser melhor avaliadas e não se deve colocar o dinheiro em primeiro lugar, mas sim um conjunto em que traz benefícios a curto, médio e em longo prazo.
Na faculdade aprendi que a cada decisão a ter tomada devemos fazer uma margem, onde colocamos de um lado todos os pontos positivos e do outro lado os pontos negativos, logicamente se a soma dos pontos positivos for maior que o negativo, vale a pena seguir em frente...
Quais são os pontos positivos? O dinheiro, status, futuro promissor, oportunidades, conhecimentos novos, locais novos, pessoas novas. São muitas coisas, mas para cada decisão tomada há coisas que desprendemos naturalmente ou por conseqüências, como contato da família, crescimento dos filhos, raízes curtas, solidão, saudades, condições de trabalho e etc.
Para qualquer oportunidade de trabalho, as que exigem viagens, mudança de residência devem ser melhor avaliadas e não se deve colocar o dinheiro em primeiro lugar, mas sim um conjunto em que traz benefícios a curto, médio e em longo prazo.
Estagiário = Profissional com CTPS ? ? ?
Quando saiu a nova lei do Estagiário, comentei com meu pai e minha irmã do meio, que essa nova lei iria prejudicar os estudantes que procuravam vagas de estágio, pois as empresas teriam que arcar com os custos de contratar o estudante que não sabe (pois o estágio é um aprendizado) o ofício, a empresa teria que ensiná-lo, treiná-lo, dar férias e ainda corre o risco de perdê-lo para a concorrência.
Depois de alguns meses percebi que a minha previsão tinha dado certo (infelizmente), as vagas de estagiários diminuíram, as empresas diminuíram drasticamente as porcentagens de estagiários em seus quadros de funcionários e os únicos prejudicados... são os alunos que participam de várias entrevistas longas, cansativas e às vezes sem muito sentido, mas como todo estudante, de uma forma ou de outra, precisa do estágio para ganhar conhecimentos, experiência e cumprir a grade curricular exigida pela faculdade e outros estudantes para ganhar conhecimentos, experiência, cumprir a grade curricular da faculdade e ainda uma bolsa para tentar sobreviver na selva de pedra.
Depois de alguns meses percebi que a minha previsão tinha dado certo (infelizmente), as vagas de estagiários diminuíram, as empresas diminuíram drasticamente as porcentagens de estagiários em seus quadros de funcionários e os únicos prejudicados... são os alunos que participam de várias entrevistas longas, cansativas e às vezes sem muito sentido, mas como todo estudante, de uma forma ou de outra, precisa do estágio para ganhar conhecimentos, experiência e cumprir a grade curricular exigida pela faculdade e outros estudantes para ganhar conhecimentos, experiência, cumprir a grade curricular da faculdade e ainda uma bolsa para tentar sobreviver na selva de pedra.
domingo, 4 de abril de 2010
Salário do Administrador
O CFA não estabelece piso salarial do Administrador. A FEBRAD (Federação Brasileira dos Administradores) disponibiliza no site www.febrad.org.br a tabela de honorários da categoria profissional dos Administradores.
O salário referente para a categoria de administrador R$ 2.917,00, com registro em carteira de trabalho, com 220 horas mensais, este salário foi decidido pela Assembléia Geral Ordinária elaborado pelo estudo 150 empresas do Brasil, elaborado pela revista VOCE S/A...divulgado no mês de agosto de 2008.
Nós já estamos nos mês de abril de 2010, este salário foi divulgado recentemente pelo site da FRABAD, portanto já esta desatualizado, de acordo com a economia atual
Mais informações sobre salários e honorários no site http://www.febrad.org.br/, consulte é um direito seu administrador.
O salário referente para a categoria de administrador R$ 2.917,00, com registro em carteira de trabalho, com 220 horas mensais, este salário foi decidido pela Assembléia Geral Ordinária elaborado pelo estudo 150 empresas do Brasil, elaborado pela revista VOCE S/A...divulgado no mês de agosto de 2008.
Nós já estamos nos mês de abril de 2010, este salário foi divulgado recentemente pelo site da FRABAD, portanto já esta desatualizado, de acordo com a economia atual
Mais informações sobre salários e honorários no site http://www.febrad.org.br/, consulte é um direito seu administrador.
sábado, 3 de abril de 2010
Lição de vida!

"Dizem que conselho só se dá a quem pede. E, se vocês me convidarampara paraninfo, estou tentado a acreditar que tenho licença para daralguns.Portanto, apesar da minha pouca autoridade para dar conselhos a quemquer que seja aqui vão alguns, que julgo valiosos.Meu primeiro conselho: Não paute sua vida, nem sua carreira, pelodinheiro. Ame seu ofício com todo o coração. Persiga fazer o melhor.Seja fascinado pelo realizar, que o dinheiro virá como conseqüência.Quem pensa só em dinheiro não consegue sequer ser nem um grandebandido, nem um grande canalha.Napoleão não invadiu a Europa por dinheiro. Hitler não matou 6 milhõesde judeus por dinheiro. Michelangelo não passou 16 anos pintando a Capela Sistina por dinheiro. E, geralmente, os que só pensam nele não o ganham, porque sãoincapazes de sonhar. E tudo que fica pronto na vida foi construídoantes, na alma.A propósito disso, lembro-me de uma passagem extraordinária, quedescreve o diálogo entre umafreira americana cuidando de leprosos no Pacífico e um milionáriotexano. O milionário, vendo-a tratardaqueles leprosos, disse:- 'Freira, eu não faria isso por dinheiro nenhum no mundo..'E ela respondeu:-'Eu também não faço, meu filho.'Não estou fazendo com isso nenhuma apologia à pobreza, muito pelocontrário. Digo apenas que pensar e realizar tem trazido mais fortunado que pensar em fortuna.Meu segundo conselho: Pense no seu País. Porque, principalmente hoje,pensar em todos é a melhor maneira de pensar em si. Afinal , é difícilviver numa nação onde a maioria morre de fome e a minoria morre demedo. O caos político gera uma queda de padrão de vida generalizada.Os pobres vivem como bichos, e uma elite brega, sem cultura e semrefinamento, não chega a viver como homens. Roubam, mas vivem uma vidadigna de Odorico Paraguassu.Meu terceiro conselho vem diretamente da Bíblia:'Seja quente ou seja frio, não seja morno que eu te vomito'. Éexatamente isso que está escrito na carta de Laudiceia: Seja quente ouseja frio, não seja morno que eu te vomito, ou seja, é preferível oerro à omissão, o fracasso ao tédio, o escândalo ao vazio. Porque jávi grandes livros e filmes sobre a tristeza, a tragédia, o fracasso.Mas ninguém narra o ócio, a acomodação, o não fazer, o remanso.Colabore com seu biógrafo. Faça, erre, tente, falhe, lute.
Mas, porfavor, não jogue fora, se acomodando, a extraordinária oportunidade deter vivido, tendo consciência de que cada homem foi feito para fazerhistória. Que todo homem é um milagre e traz em si uma revolução. Queé mais do que sexo ou dinheiro. Você foi criado para construirpirâmides e versos, descobrir continentes e mundos, e caminhar,sempre, com um saco de interrogações na mão e uma caixa depossibilidades na outra.Não use Rider, não dê férias a seus pés. Não se sente e passe a seranalista da vida alheia, espectador do mundo, comentarista docotidiano, dessas pessoas que vivem a dizer: 'eu não disse!', 'eusabia!'. Toda família tem um tio batalhador e bem de vida. E, duranteo almoço de domingo, tem que agüentar aquele outro tio muitointeligente e fracassado contar tudo que ele faria, se fizesse algumacoisa. Chega dos poetas não publicados. Empresários de mesa de bar.Pessoas que fazem coisas fantásticas toda sexta de noite, todo sábadoe domingo, mas que na segunda não sabem concretizar o que falam.Porque não sabem ansiar, não sabem perder a pose, porque não sabemrecomeçar. Porque não sabem trabalhar.Eu digo: trabalhem, trabalhem, trabalhem. De 8 às 12, de 12 às 8 emais se for preciso. Trabalho não mata. Ocupa o tempo. Evita o ócio(que é a morada do demônio) e constrói prodígios. O Brasil, este paísde malandros e espertos, da vantagem em tudo, tem muito o que aprendercom aqueles trouxas dos japoneses. Porque aqueles trouxas japoneses,que trabalham de sol a sol, construíram, em menos de 50 anos, a 2ªmaior megapotência do planeta. Enquanto nós, os espertos, construímosuma das maiores impotências do trabalho.Trabalhe! Muitos de seus colegas dirão que você está perdendo suavida, porque você vai trabalhar enquanto eles veraneiam. Porque vocêvai trabalhar, enquanto eles vão ao mesmo bar da semana anterior,conversar as mesmas conversas, mas o tempo (que é mesmo o senhor darazão) vai bendizer o fruto do seu esforço, e só o trabalho lhe leva aconhecer pessoas e mundos que os acomodados não conhecerão.'E isso se chama SUCESSO."Nizan Guanaes
Criando raízes forte...nascendo árvores forte
Criando raízes
Quando eu era pequeno, tinha um vizinho idoso chamado Dr. Gibbs. Ele não se parecia com qualquer outro médico que eu já tivesse conhecido. Todas as vezes que o via, estava metido em macacões de brim e usava um chapéu de palha cuja aba era de plástico verde. Sorria muito – um sorriso que combinava bem com o chapéu: velho, enrugado e muito usado. Nunca brigava conosco por brincarmos em seu quintal. Lembro-me dele como uma pessoa muito mais amável do que justificavam as circunstâncias. Quando não estava salvando vidas, o Dr. Gibbs plantava árvores. Sua casa ficava no meio de um terreno de 40 mil metros quadrados de terra, e o grande objetivo de sua vida era transformá-lo numa floresta.
O bom médico tinha teorias interessantes sobre o cultivos de plantas. Ele era discípulo da seguinte escola de horticultura: “Sem sofrimento, não há crescimento”.Nunca regava as árvores novas, o que não combinava com a sabedoria convencional. Certa vez, eu lhe perguntei porque agia assim. Ele disse que, se regasse as plantas, as deixaria mimadas e que, dessa maneira, cada geração seguinte seria mais e mais fraca. Pra o Dr. Gibbs, era preciso dificultar as coisas e eliminar as mais fracas desde o início.
Ele dizia que regar uma árvore gerava raízes superficiais. Já as árvores que não eram regadas desenvolviam raízes profundas que buscavam a umidade da terra. Imaginei que, com isso, ele quisesse dizer que raízes profundas deveriam ser valorizadas.
O médico, portanto, jamais regava SUS árvores. Plantava um carvalho e, em vez de regá-lo todas as manhãs, surrava-o com um jornal enrolado. Schlep! Poft! Pou! Perguntei-lhe por que fazia aquilo e ele respondeu que era para chamar atenção da árvore.
O Dr. Gibbs morreu uns dois anos depois que eu deixei a casa de meus pais. De vez em quando, passo por sua casa e olho as árvores que o vi plantar há vinte anos. Hoje são fortes como granito. Grandes e robustas. Essas árvores acordam toda manhã. Batem no peito e bebem café amargo.
Plantei duas árvores há alguns anos. Levei água para elas o verão inteiro. Borrifei-as. Rezei junto a elas. Fiz de tudo. Dois anos de tantos mimos resultara, em árvores que esperam ser servidas como rainhas. Quando um vento frio sopra, elas temem e estalam os galhos. Mas que arvorezinhas mais frescas!
Há algo de engraçado nas árvores do Dr. Gibbs. A adversidade e a privação parecem, realmente ter feito enorme bem a elas. Creio que de uma maneira que o conforto e a comodidade jamais teriam conseguido.
Todas as noites, vou ao quarto de meus dois filhos para ver como estão. Fico e pé, ao lado das camas, e observo seus corpinhos, a vida a subir e descer dentro deles ao ritmos de suas respirações. Sempre rezo por eles. Na maioria das vezes, peço para que suas visa sejam tranqüilas: “Senhor, poupe-os das dificuldades.” Mas, ultimamente, tenho pensado que talvez esteja na hora de mudar minha prece.
Isso tem a ver com a inevitabilidade dos ventos frios que nos atingem lá na essência. Eu sei que, como todos nós, meus filhos também enfrentarão dificuldades. E rezar para que isso não aconteça parece ingenuidade minha. Sempre haverá um vento frio soprando de algum lugar.
Por isso, vou mudar minha prece noturna. Porque a vida é dura, quer agente queira ou não. Vou passar a rezar para que as raízes de meus filhos sejam profundas, para que possam encontrar forças nas fontes ocultas do eterno Deus. É comum rezarmos para que a vida seja fácil, mas essas preces raramente são atendidas. O que devemos fazer é pedir a Deus por raízes que se estendam até a Eternidade, para que, quando as chuvas caírem e os ventos soprarem, não sejamos arrastados para longe.
Quando eu era pequeno, tinha um vizinho idoso chamado Dr. Gibbs. Ele não se parecia com qualquer outro médico que eu já tivesse conhecido. Todas as vezes que o via, estava metido em macacões de brim e usava um chapéu de palha cuja aba era de plástico verde. Sorria muito – um sorriso que combinava bem com o chapéu: velho, enrugado e muito usado. Nunca brigava conosco por brincarmos em seu quintal. Lembro-me dele como uma pessoa muito mais amável do que justificavam as circunstâncias. Quando não estava salvando vidas, o Dr. Gibbs plantava árvores. Sua casa ficava no meio de um terreno de 40 mil metros quadrados de terra, e o grande objetivo de sua vida era transformá-lo numa floresta.
O bom médico tinha teorias interessantes sobre o cultivos de plantas. Ele era discípulo da seguinte escola de horticultura: “Sem sofrimento, não há crescimento”.Nunca regava as árvores novas, o que não combinava com a sabedoria convencional. Certa vez, eu lhe perguntei porque agia assim. Ele disse que, se regasse as plantas, as deixaria mimadas e que, dessa maneira, cada geração seguinte seria mais e mais fraca. Pra o Dr. Gibbs, era preciso dificultar as coisas e eliminar as mais fracas desde o início.
Ele dizia que regar uma árvore gerava raízes superficiais. Já as árvores que não eram regadas desenvolviam raízes profundas que buscavam a umidade da terra. Imaginei que, com isso, ele quisesse dizer que raízes profundas deveriam ser valorizadas.
O médico, portanto, jamais regava SUS árvores. Plantava um carvalho e, em vez de regá-lo todas as manhãs, surrava-o com um jornal enrolado. Schlep! Poft! Pou! Perguntei-lhe por que fazia aquilo e ele respondeu que era para chamar atenção da árvore.
O Dr. Gibbs morreu uns dois anos depois que eu deixei a casa de meus pais. De vez em quando, passo por sua casa e olho as árvores que o vi plantar há vinte anos. Hoje são fortes como granito. Grandes e robustas. Essas árvores acordam toda manhã. Batem no peito e bebem café amargo.
Plantei duas árvores há alguns anos. Levei água para elas o verão inteiro. Borrifei-as. Rezei junto a elas. Fiz de tudo. Dois anos de tantos mimos resultara, em árvores que esperam ser servidas como rainhas. Quando um vento frio sopra, elas temem e estalam os galhos. Mas que arvorezinhas mais frescas!
Há algo de engraçado nas árvores do Dr. Gibbs. A adversidade e a privação parecem, realmente ter feito enorme bem a elas. Creio que de uma maneira que o conforto e a comodidade jamais teriam conseguido.
Todas as noites, vou ao quarto de meus dois filhos para ver como estão. Fico e pé, ao lado das camas, e observo seus corpinhos, a vida a subir e descer dentro deles ao ritmos de suas respirações. Sempre rezo por eles. Na maioria das vezes, peço para que suas visa sejam tranqüilas: “Senhor, poupe-os das dificuldades.” Mas, ultimamente, tenho pensado que talvez esteja na hora de mudar minha prece.
Isso tem a ver com a inevitabilidade dos ventos frios que nos atingem lá na essência. Eu sei que, como todos nós, meus filhos também enfrentarão dificuldades. E rezar para que isso não aconteça parece ingenuidade minha. Sempre haverá um vento frio soprando de algum lugar.
Por isso, vou mudar minha prece noturna. Porque a vida é dura, quer agente queira ou não. Vou passar a rezar para que as raízes de meus filhos sejam profundas, para que possam encontrar forças nas fontes ocultas do eterno Deus. É comum rezarmos para que a vida seja fácil, mas essas preces raramente são atendidas. O que devemos fazer é pedir a Deus por raízes que se estendam até a Eternidade, para que, quando as chuvas caírem e os ventos soprarem, não sejamos arrastados para longe.
sexta-feira, 2 de abril de 2010
Hoje pela manhã decidir fazer o meu blog....colocar as idéias em dia, contar os meu planos, minhas dúvidas, sentimentos..pretendo escrever diariamente sobre o meu dia-a-dia, o meu trabalho, os lugares,...divulgar minhas perspectivas, sonhos...um passo de cada vez, para não correr o risco de tropeçar e cair, em caso cair...levantar, sacudir a poeira e seguir em frente.....sempre.
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