Se desejamos construir famílias mais felizes, empresas mais saudáveis e comunidades mais solidárias precisamos mudar a forma de pensar sobre como exercemos a Liderança.As competências que foram aplicáveis durante os últimos 50 anos já não são mais tão úteis na nova sociedade do serviço, do cliente, do relacionamento móvel e do mundo volátil em que vivemos. Parecem desmoronar as conhecidas verdades sobre a motivação no trabalho, a lealdade, o comprometimento e... a liderança! A escassez de líderes competentes é um fato. No campo político, a grande maioria dos países ressente-se da falta de estatura e competência de seus líderes.
No mundo empresarial as empresas não conseguem formar líderes em quantidade e qualidade suficientes para se expandirem, nem para se posicionarem mais próximos de seus clientes, fornecedores, parceiros. Nas famílias agrava-se a distância entre pais e filhos que acaba incubando cenas de violência contra inocentes. As comunidades ressentem-se de lideranças mais eficazes. Vivemos uma crise de liderança. A atual crise internacional não é apenas relativa a escassez de crédito.
É também uma crise de escassez de líderes íntegros capazes de agir para solucionar problemas e não apenas jogar para a platéia. O que fazer? Uma saída é tentar aprender com a prática daqueles a quem chamo de "Líderes Inspiradores": • Oferecem causas, em vez de apenas empregos, tarefas ou metas. Criam um ambiente de motivação profunda ao deixar claro o significado que transcende a tarefa, o trabalho, o job description das pessoas que o cercam. Vão muito além de metas e objetivos para serem cumpridos. Indicam o "porto de chegada". Contribuem para ajudar as pessoas que os cercam a entenderem melhor os momentos que atravessam.
Estimulam as pessoas a sentirem que fazem parte de algo nobre, que extrapola a simples troca do trabalho por remuneração. E a superarem situações indesejadas ou inesperadas. Esses líderes oferecem às pessoas aquilo que mais desejam: uma bandeira, uma razão para suas vidas. Acreditam que as pessoas estão dispostas a oferecer o melhor de si e até mesmo a fazer sacrifícios, desde que conheçam a Causa, o Porquê, a Razão de Ser do seu cotidiano. • Formam outros líderes, em vez de apenas seguidores. O líder inspirador não é mais aquele que tem atrás de si um grupo de pessoas que segue fielmente o rumo traçado e são recompensados pela sua lealdade. Essa é uma visão elitista da liderança que precisa ser desmistificada.
Os líderes competentes são aqueles que têm em torno de si pessoas capazes de exercer a liderança quando necessário. Criam mecanismos, atitudes e posturas que estimulam o desenvolvimento do líder que existe dentro de cada um com quem convive. Formam, assim, outros líderes. Em vez do mítico líder carismático que serviu de modelo na era do comando, os líderes eficazes são aqueles capazes de arquitetar e implantar formas de organização que permitem o florescimento da liderança nos que o cercam. • Lideram 360 graus, em vez de apenas 90 graus.
O líder inspirador atua onde faz diferença. Não influencia somente quem está do lado "de dentro" numa empresa, escola, hospital. Exerce a liderança também "fora", para cima e para os lados. Numa empresa, sabe que precisa exercer a liderança perante clientes, parceiros e comunidades. Cuida de perto dos canais de distribuição de seus produtos e serviços. Precisa, às vezes, intervir em operações de seus fornecedores para que esses garantam o padrão de qualidade e custo requerido para aumentar a competitividade de seu negócio. O líder 360 graus consegue liderar também para "cima". Significa influenciar seu chefe, os diretores, o presidente, os acionistas.
Surpreendem pelos resultados, em vez de fazer apenas o combinado. O líder do futuro não será aquele que apenas chega aonde anunciou que chegaria. Não bastará cumprir metas. Será aquele que fará mais do que o combinado, surpreenderá pelos resultados incomuns que obterá de pessoas comuns. Surpreende, superando sempre o esperado. Em vez de simplesmente dar ordens e cobrar rendimento, incentiva cada um a fazer o seu melhor, porque dá o melhor de si. Não espera acontecer. Cria as oportunidades. Estimula o senso de urgência, não deixa as coisas para amanhã. Não fica acumulando pendências nem vive cercado de pessoas acomodadas ou pessimistas.
O Líder Inspirador sabe compatibilizar as pressões da sobrevivência de curto prazo com as necessidades de longo prazo. O hoje com o amanhã. Cuida do presente enquanto cria o futuro. • Inspiram pelos valores, em vez de apenas pelo carisma. Inspirar pelos valores é a tarefa mais importante desses líderes. É a "cola" que une as outras forças do líder, a que dá sentido a tudo.Constrói um código de conduta junto com os membros dos grupos dos quais faz parte, em torno de valores que são explicitados, disseminados e praticados.
O Líder Inspirador cria um clima de ética, integridade, confiança, respeito pelo outro, transparência, aprendizado contínuo, inovação, proatividade, paixão, humildade, inteligência emocional. Cultiva a capacidade de servir clientes, fornecedores, comunidades, parceiros.
Esse líder educa pelo exemplo. Fala aos olhos, não apenas aos ouvidos. E você,? Quais desses pontos você já pratica e não se constituem em segredo para você ? Quais os que você precisa praticar mais? Temos de evitar de atuar no novo jogo da liderança usando a velha forma de pensar que nos leva sempre aos mesmos lugares. Temos de mudar o paradigma da liderança se de fato desejamos criar famílias mais felizes, empresas mais saudáveis e comunidades mais solidárias.
César Souza (cesarsouza@empreende.net) consultor , escritor, palestrante e presidente da Empreenda Consultoria nas áreas de Estratégia , Mkt e RH.
domingo, 3 de outubro de 2010
Por que jovens profissionais são tão valiosos para as empresas?
Pesquisa revela que um terço das companhias faz concessões para se adaptar à rotina da geração Y...
Mais de um terço das empresas buscam adaptar-se às exigências da geração Y. Isso é o que mostra um estudo realizado pela Câmara Americana de Comércio (Amcham). O levantamento aponta que 34,5% das companhias criam planos de carreira específicos para estes jovens e 40% adotam flexibilidade de horários.
De acordo com o especialista em carreiras e diretor Geral da Trabalhando.com no Brasil, Renato Grinberg, a adaptação é benéfica. "Os mais experientes estão tentando entender os objetivos e as vontades daqueles que compõem a geração Y e, como é interessante mantê-los na equipe, adotam tais mudanças", afirma o executivo.
Grinberg acredita, no entanto, que ainda falta sinergia entre as gerações. "Será que os jovens estão com a mesma disposição (das empresas) para adaptarem-se?", questiona. Segundo o especialista, essa é a grande dificuldade, pois os profissionais mais novos nem sempre estão dispostos a ceder em prol da contratante. "Alguns, inclusive, preferem procurar outra oportunidade mais adequada a tentar mudar determinado comportamento", explica Grinberg.
Os participantes da pesquisa concordam que entre os maiores desafios para lidar com estes colaboradores e mantê-los na equipe estão a necessidade constante de motivação em projetos e tarefas cotidianas, segundo 52,9%; e adaptação aos modelos hierárquicos de gestão, para 35,6% dos gestores.
Em contrapartida, contratar jovens talentos tem muitos benefícios. De acordo com Renato Grinberg, entre as características positivas deles estão a agilidade e a criatividade, ponto também abordado na pesquisa, realizada com 87 gestores de Recursos Humanos de empresas associadas à Amcham.
De acordo com as informações apuradas, aproximadamente 63% dos entrevistados ressaltaram as idéias e práticas criativas como o mais importante entre os mais novos. Outro aspecto fundamental é o melhor uso de ferramentas tecnológicas nas empresas. "Quando o assunto é tecnologia, eles certamente saem na frente", ressalta Grinberg.
"Diferente dos mais experientes, eles já nasceram na era do computador e da Internet, tendo mais facilidade na aprendizagem e um conhecimento de novas ferramentas quase natural. E isso é algo que as empresas buscam aprimorar sempre, independente da sua área de atuação", complementa o executivo.
A adaptação para reter talentos sempre houve nas companhias, porém, para os especialistas é preciso ter em mente que em todo relacionamento deve haver uma troca mútua. "Espera-se da empresa que entenda seus funcionários, mas está a cargo da equipe valorizar as mudanças e procurar uma troca justa entre as partes", finaliza Grinberg.
Mais de um terço das empresas buscam adaptar-se às exigências da geração Y. Isso é o que mostra um estudo realizado pela Câmara Americana de Comércio (Amcham). O levantamento aponta que 34,5% das companhias criam planos de carreira específicos para estes jovens e 40% adotam flexibilidade de horários.
De acordo com o especialista em carreiras e diretor Geral da Trabalhando.com no Brasil, Renato Grinberg, a adaptação é benéfica. "Os mais experientes estão tentando entender os objetivos e as vontades daqueles que compõem a geração Y e, como é interessante mantê-los na equipe, adotam tais mudanças", afirma o executivo.
Grinberg acredita, no entanto, que ainda falta sinergia entre as gerações. "Será que os jovens estão com a mesma disposição (das empresas) para adaptarem-se?", questiona. Segundo o especialista, essa é a grande dificuldade, pois os profissionais mais novos nem sempre estão dispostos a ceder em prol da contratante. "Alguns, inclusive, preferem procurar outra oportunidade mais adequada a tentar mudar determinado comportamento", explica Grinberg.
Os participantes da pesquisa concordam que entre os maiores desafios para lidar com estes colaboradores e mantê-los na equipe estão a necessidade constante de motivação em projetos e tarefas cotidianas, segundo 52,9%; e adaptação aos modelos hierárquicos de gestão, para 35,6% dos gestores.
Em contrapartida, contratar jovens talentos tem muitos benefícios. De acordo com Renato Grinberg, entre as características positivas deles estão a agilidade e a criatividade, ponto também abordado na pesquisa, realizada com 87 gestores de Recursos Humanos de empresas associadas à Amcham.
De acordo com as informações apuradas, aproximadamente 63% dos entrevistados ressaltaram as idéias e práticas criativas como o mais importante entre os mais novos. Outro aspecto fundamental é o melhor uso de ferramentas tecnológicas nas empresas. "Quando o assunto é tecnologia, eles certamente saem na frente", ressalta Grinberg.
"Diferente dos mais experientes, eles já nasceram na era do computador e da Internet, tendo mais facilidade na aprendizagem e um conhecimento de novas ferramentas quase natural. E isso é algo que as empresas buscam aprimorar sempre, independente da sua área de atuação", complementa o executivo.
A adaptação para reter talentos sempre houve nas companhias, porém, para os especialistas é preciso ter em mente que em todo relacionamento deve haver uma troca mútua. "Espera-se da empresa que entenda seus funcionários, mas está a cargo da equipe valorizar as mudanças e procurar uma troca justa entre as partes", finaliza Grinberg.
Escassez de talentos é problema de empresas de todo o mundo
Pesquisa mostra que 65% das empresas mundiais reportam problemas em atrair funcionários com habilidade crítica
O problema de escassez de talentos não é apenas brasileiro. Um estudo realizado pela consultoria Towers Watson revelou que a maioria das empresas de todo o mundo tem dificuldades em atrair os profissionais talentosos, os quais precisam ajudar as companhias a prosperar em um momento de economia fraca.
A pesquisa, realizada com 1.176 empresas em todo o mundo, também mostrou que a maioria das empresas teve efeitos colaterais pelo corte de custos durante a recessão, como na jornada de trabalho dos profissionais, na habilidade deles de gerenciar estresse relacionado aos colegas e no engajamento dos funcionários e na capacidade de eles balancearem vida pessoal e profissional.
Como resultado, as empresas de todo o mundo estão recalculando os benefícios dos funcionários e os programas de talentos, bem como estão planejando como atrair, reter e motivar estes profissionais.
Os dados
De acordo com a pesquisa, 65% das empresas globalmente reportaram problema em atrair funcionários com habilidade crítica. Outras 61% afirmaram ter dificuldade em atrair profissionais tops e 21%, em manter esses empregados.
“O clima de negócios certamente afetou a oferta e a demanda por talentos, bem como a habilidade das companhias em atrair e contratar esses profissionais”, disse a líder global de Recompensas da Towers Watson, Laura Sejen.
Quando perguntadas sobre as prioridades na gestão dos talentos, 62% das empresas responderam assegurar a disponibilidade deles em momentos críticos e 60%, aumentar os investimentos para construir talentos dentro da companhia, sendo que apenas 51% responderam criar oportunidades para eles.
O problema de escassez de talentos não é apenas brasileiro. Um estudo realizado pela consultoria Towers Watson revelou que a maioria das empresas de todo o mundo tem dificuldades em atrair os profissionais talentosos, os quais precisam ajudar as companhias a prosperar em um momento de economia fraca.
A pesquisa, realizada com 1.176 empresas em todo o mundo, também mostrou que a maioria das empresas teve efeitos colaterais pelo corte de custos durante a recessão, como na jornada de trabalho dos profissionais, na habilidade deles de gerenciar estresse relacionado aos colegas e no engajamento dos funcionários e na capacidade de eles balancearem vida pessoal e profissional.
Como resultado, as empresas de todo o mundo estão recalculando os benefícios dos funcionários e os programas de talentos, bem como estão planejando como atrair, reter e motivar estes profissionais.
Os dados
De acordo com a pesquisa, 65% das empresas globalmente reportaram problema em atrair funcionários com habilidade crítica. Outras 61% afirmaram ter dificuldade em atrair profissionais tops e 21%, em manter esses empregados.
“O clima de negócios certamente afetou a oferta e a demanda por talentos, bem como a habilidade das companhias em atrair e contratar esses profissionais”, disse a líder global de Recompensas da Towers Watson, Laura Sejen.
Quando perguntadas sobre as prioridades na gestão dos talentos, 62% das empresas responderam assegurar a disponibilidade deles em momentos críticos e 60%, aumentar os investimentos para construir talentos dentro da companhia, sendo que apenas 51% responderam criar oportunidades para eles.
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
sete dicas relatadas pelo especialista para desenvolver a carreira...
1. Seja conectado. Use as redes sociais ao seu favor. Atualize frequentemente seu perfil profissional para deixar claro quais são suas áreas de interesse, seus conhecimentos e até atividades extracurriculares como esporte, vida cultural e lazer.
2. Esteja antenado. Acompanhe os noticiários para desenvolver um espírito crítico em relação aos fatos. Quanto mais você souber, mais à vontade você estará para conversar e contribuir com seus chefes e colegas de trabalho.
3. Conheça e selecione a empresa onde você gostaria de trabalhar. Se ela vai te escolher, você precisa tomar essa decisão antes. É recomendado selecionar somente empresas com as quais você se identifica para se candidatar, ao invés de disparar currículo sem critérios de identificação.
4. Mantenha coerência na sua vida real e virtual. Mais cedo ou mais tarde, mentiras são descobertas. Não coloque no seu perfil qualidades que você não tem. Além de expor seu despreparo, as mentiras criam situações que você não pode resolver.
5. Fique preparado para aprender e colaborar. Um bom estágio abre muitas portas, especialmente quando você mostra que tem opinião, conhecimento e vontade de crescer na profissão. Quanto mais colaborativo for o estagiário, maiores serão as chances dele se tornar um ótimo funcionário.
6. Demonstre motivação. Criar um blog, uma comunidade ou mesmo um site com assuntos relacionados à sua carreira indica que você tem iniciativa, criatividade e está comprometido com o seu futuro contexto profissional.
7. Crie seu diferencial e deixe o mercado saber disso. Cursos de idiomas, de gestão e aprendizados voltados à área corporativa são sempre bem vistos pelos selecionadores de Recursos Humanos.
2. Esteja antenado. Acompanhe os noticiários para desenvolver um espírito crítico em relação aos fatos. Quanto mais você souber, mais à vontade você estará para conversar e contribuir com seus chefes e colegas de trabalho.
3. Conheça e selecione a empresa onde você gostaria de trabalhar. Se ela vai te escolher, você precisa tomar essa decisão antes. É recomendado selecionar somente empresas com as quais você se identifica para se candidatar, ao invés de disparar currículo sem critérios de identificação.
4. Mantenha coerência na sua vida real e virtual. Mais cedo ou mais tarde, mentiras são descobertas. Não coloque no seu perfil qualidades que você não tem. Além de expor seu despreparo, as mentiras criam situações que você não pode resolver.
5. Fique preparado para aprender e colaborar. Um bom estágio abre muitas portas, especialmente quando você mostra que tem opinião, conhecimento e vontade de crescer na profissão. Quanto mais colaborativo for o estagiário, maiores serão as chances dele se tornar um ótimo funcionário.
6. Demonstre motivação. Criar um blog, uma comunidade ou mesmo um site com assuntos relacionados à sua carreira indica que você tem iniciativa, criatividade e está comprometido com o seu futuro contexto profissional.
7. Crie seu diferencial e deixe o mercado saber disso. Cursos de idiomas, de gestão e aprendizados voltados à área corporativa são sempre bem vistos pelos selecionadores de Recursos Humanos.
quinta-feira, 29 de julho de 2010
14 dicas fundamentais para quem tem um negócio em casa...
Conheça os detalhes que fazem a diferença
As sugestões abaixo foram obtidas com professores e consultores da FGV, do Ibmec e do Sebrae e a partir do livro 101 Maneiras de Ganhar Dinheiro Trabalhando em Casa, de Dan Ransey.
1) Antes de começar qualquer negócio, procure conhecer a fundo o ramo em que pretende investir. Analise a concorrência na região, faça cursos, vá a feiras e seminários, pesquise produtos e serviços similares na internet, identifique seus futuros clientes e suas necessidades. E, claro, faça um plano de negócios.
2) Fique atento às questões de zoneamento, higiene e saúde, em geral rigorosas para quem atua nas áreas de alimentos e cosméticos. Rio de Janeiro, São Paulo e Fortaleza são algumas das cidades do país que têm legislação específica para quem trabalha em casa. Verifique a legislação que rege o zoneamento do bairro onde você mora e veja se há qualquer impedimento para a abertura de empresa em casa.
3) Não se esqueça de pedir o alvará de funcionamento na prefeitura de sua cidade
Leia Mais.
• Meu escritório em casa, vantagens e desafios
• Oito dicas para quem trabalha em casa
• Empresárias contam como montaram a empresa dentro de casa
4) Solicite um segundo alvará ao órgão responsável pela vigilância sanitária, caso você pretenda trabalhar com alimentos. A legislação tem regras rígidas: a cozinha, por exemplo, não pode ser a mesma usada por moradores; precisa ser instalada em área independente, com azulejos até o teto e piso impermeabilizado, entre outros itens.
5) Procure instalar uma entrada independente para receber clientes, fornecedores ou mesmo para a entrada de funcionários. Isso dá um ar mais profissional ao negócio. Não há nada pior do que atravessar a sala, onde a criançada está na maior folia ou a família está se alimentando, para chegar ao balcão de uma empresa.
6) Concentre suas atividades num único espaço, não invadindo os demais cômodos da casa. Sua família não precisa compartilhar sua rotina profissional. Prepare um espaço (quarto, edícula, garagem) para sediar o novo negócio. Use os mesmos tipos de móveis e equipamentos que adotaria num ponto comercial.
7) Planeje com cuidado o espaço da casa que você ocupará para trabalhar, até mesmo adotando tratamento acústico nas paredes, para que sons de atividades domésticas (como crianças, televisão e aparelhos de som) não interfiram em seus telefonemas.
8) Tenha uma linha telefônica exclusiva para o negócio. Atenda sempre de modo formal e, na sua ausência, prefira a secretária eletrônica à ajuda de familiares para anotar recados. Estude o caso de contratar os serviços de escritórios virtuais. Com eles você pode ou não ter um espaço para trabalhar, pode alugar salas apenas para reuniões e usar diversos serviços, como os de copiadora, motoboy, recebimento de correspondência, atendimento telefônico profissional, etc.
9) Registre um domínio na internet para a criação do site de sua empresa. Para isso você precisa pagar uma taxa anual ao órgão responsável pelo registro de domínios (www.registro.br). Um site é um ótimo cartão de visitas e ajuda a dar credibilidade a um novo negócio. Além disso, ao registrar o domínio, você também recebe um e-mail (voce@suaempresa.com.br), o que dá uma aparência mais profissional aos contatos feitos com clientes e fornecedores.
10) Defina horários para o início e o término do expediente. Um pouco de disciplina nos horários não faz mal a ninguém e ajuda na sua qualidade de vida e na de sua família.
11) Organize e administre bem seu tempo. Cumpra prazos e compromissos com o cliente. Não é porque você está numa garagem que não precisa ser pontual, ter bom preço e produtos de qualidade.
12) Estabeleça regras claras com sua família, para não misturar problemas e situações da vida doméstica com as da empresa. Separe a pessoa física da pessoa jurídica. O caixa da empresa não pode ser confundido com o cofrinho da família.
13) Cuide da aparência. Não é porque está trabalhando em casa que pode apresentar-se de chinelo ou de camiseta furada. Vista-se como se fosse ao escritório. A aparência conta pontos preciosos na conquista de respeito e confiança de clientes, fornecedores e empregados.
14) Lance mão de terceirizar serviços como: entregas, cópias ou fabricação.
As sugestões abaixo foram obtidas com professores e consultores da FGV, do Ibmec e do Sebrae e a partir do livro 101 Maneiras de Ganhar Dinheiro Trabalhando em Casa, de Dan Ransey.
1) Antes de começar qualquer negócio, procure conhecer a fundo o ramo em que pretende investir. Analise a concorrência na região, faça cursos, vá a feiras e seminários, pesquise produtos e serviços similares na internet, identifique seus futuros clientes e suas necessidades. E, claro, faça um plano de negócios.
2) Fique atento às questões de zoneamento, higiene e saúde, em geral rigorosas para quem atua nas áreas de alimentos e cosméticos. Rio de Janeiro, São Paulo e Fortaleza são algumas das cidades do país que têm legislação específica para quem trabalha em casa. Verifique a legislação que rege o zoneamento do bairro onde você mora e veja se há qualquer impedimento para a abertura de empresa em casa.
3) Não se esqueça de pedir o alvará de funcionamento na prefeitura de sua cidade
Leia Mais.
• Meu escritório em casa, vantagens e desafios
• Oito dicas para quem trabalha em casa
• Empresárias contam como montaram a empresa dentro de casa
4) Solicite um segundo alvará ao órgão responsável pela vigilância sanitária, caso você pretenda trabalhar com alimentos. A legislação tem regras rígidas: a cozinha, por exemplo, não pode ser a mesma usada por moradores; precisa ser instalada em área independente, com azulejos até o teto e piso impermeabilizado, entre outros itens.
5) Procure instalar uma entrada independente para receber clientes, fornecedores ou mesmo para a entrada de funcionários. Isso dá um ar mais profissional ao negócio. Não há nada pior do que atravessar a sala, onde a criançada está na maior folia ou a família está se alimentando, para chegar ao balcão de uma empresa.
6) Concentre suas atividades num único espaço, não invadindo os demais cômodos da casa. Sua família não precisa compartilhar sua rotina profissional. Prepare um espaço (quarto, edícula, garagem) para sediar o novo negócio. Use os mesmos tipos de móveis e equipamentos que adotaria num ponto comercial.
7) Planeje com cuidado o espaço da casa que você ocupará para trabalhar, até mesmo adotando tratamento acústico nas paredes, para que sons de atividades domésticas (como crianças, televisão e aparelhos de som) não interfiram em seus telefonemas.
8) Tenha uma linha telefônica exclusiva para o negócio. Atenda sempre de modo formal e, na sua ausência, prefira a secretária eletrônica à ajuda de familiares para anotar recados. Estude o caso de contratar os serviços de escritórios virtuais. Com eles você pode ou não ter um espaço para trabalhar, pode alugar salas apenas para reuniões e usar diversos serviços, como os de copiadora, motoboy, recebimento de correspondência, atendimento telefônico profissional, etc.
9) Registre um domínio na internet para a criação do site de sua empresa. Para isso você precisa pagar uma taxa anual ao órgão responsável pelo registro de domínios (www.registro.br). Um site é um ótimo cartão de visitas e ajuda a dar credibilidade a um novo negócio. Além disso, ao registrar o domínio, você também recebe um e-mail (voce@suaempresa.com.br), o que dá uma aparência mais profissional aos contatos feitos com clientes e fornecedores.
10) Defina horários para o início e o término do expediente. Um pouco de disciplina nos horários não faz mal a ninguém e ajuda na sua qualidade de vida e na de sua família.
11) Organize e administre bem seu tempo. Cumpra prazos e compromissos com o cliente. Não é porque você está numa garagem que não precisa ser pontual, ter bom preço e produtos de qualidade.
12) Estabeleça regras claras com sua família, para não misturar problemas e situações da vida doméstica com as da empresa. Separe a pessoa física da pessoa jurídica. O caixa da empresa não pode ser confundido com o cofrinho da família.
13) Cuide da aparência. Não é porque está trabalhando em casa que pode apresentar-se de chinelo ou de camiseta furada. Vista-se como se fosse ao escritório. A aparência conta pontos preciosos na conquista de respeito e confiança de clientes, fornecedores e empregados.
14) Lance mão de terceirizar serviços como: entregas, cópias ou fabricação.
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Confira 14 dicas para construir um networking adequado...
Construa uma boa história com as pessoas", afirma a consultora, que diz ainda que o networking não é bem compreendido A + A - Tamanho do texto:Por Flávia Furlan Nunes, InfoMoney. Close Compartilhar ImprimirConstrua uma boa história com as pessoas. Essa é a melhor receita para gerar boas memórias sobre você”. A afirmação é da consultora de Gestão de Carreiras da Right Management, Carmem Velloso, sobre como se construir uma boa rede de contatos no mundo profissional, também chamada como networking.
De acordo com ela, o termo é bastante utilizado, mas nem sempre é bem compreendido pelos profissionais. Isso porque muitas pessoas se limitam à troca de informações com as demais, sem pensar em manter um relacionamento, ou em cultivar o networking. Além disso, só lembram da rede na hora de procurar uma nova recolocação e não enquanto estão empregados.
“Converse, troque ideias, se apresente, explique os seus objetivos e tenha certeza que a pessoa que está recebendo as informações compreendeu seus objetivos e a sua atuação profissional”, explicou a consultora.
Contato virtual x pessoal
Carmem afirmou que, com a correria, os profissionais acabam por recorrer apenas aos contatos virtuais, mas que é preciso realizar pessoais. “Usar a tecnologia e a disseminação das redes sociais é importante, sem dúvida, mas o contato presencial continua sendo a melhor maneira de aplicar o networking. Reserve um horário para rever aquela pessoa que não encontra há algum tempo”.
Confira, abaixo, algumas dicas de Carmem para a construção de um networking adequado
1.Estabeleça um assunto em comum;
2.Torne-se uma pessoa interessante, estando bem informada;
3.Tenha em mente quais são as suas habilidades e competências;
4.Planeje antes de fazer o contato e o faça de maneira personalizada;
5.Conduza as conversas;
6.Saiba se expressar e seja claro para garantir que a pessoa esteja recebendo a informação corretamente;
7.Certifique-se de que a pessoa entendeu suas intenções;
8.Seja você mesmo;
9.Partilhe ideias e convide o interlocutor para opinar sobre elas;
10.Em contatos por telefone, pergunte a disponibilidade do ouvinte naquele momento. Caso esteja ocupado, ligue novamente, já que existem pessoas que esquecem de retornar as chamadas;
11.Esteja sempre pronto para ajudar;
12.Mantenha o canal aberto para novos contatos;
13.No caso da busca de recolocação, tenha controle das pessoas com quem conversou, quando e o que foi dito;
14.Cuide da história que você está construindo.
De acordo com ela, o termo é bastante utilizado, mas nem sempre é bem compreendido pelos profissionais. Isso porque muitas pessoas se limitam à troca de informações com as demais, sem pensar em manter um relacionamento, ou em cultivar o networking. Além disso, só lembram da rede na hora de procurar uma nova recolocação e não enquanto estão empregados.
“Converse, troque ideias, se apresente, explique os seus objetivos e tenha certeza que a pessoa que está recebendo as informações compreendeu seus objetivos e a sua atuação profissional”, explicou a consultora.
Contato virtual x pessoal
Carmem afirmou que, com a correria, os profissionais acabam por recorrer apenas aos contatos virtuais, mas que é preciso realizar pessoais. “Usar a tecnologia e a disseminação das redes sociais é importante, sem dúvida, mas o contato presencial continua sendo a melhor maneira de aplicar o networking. Reserve um horário para rever aquela pessoa que não encontra há algum tempo”.
Confira, abaixo, algumas dicas de Carmem para a construção de um networking adequado
1.Estabeleça um assunto em comum;
2.Torne-se uma pessoa interessante, estando bem informada;
3.Tenha em mente quais são as suas habilidades e competências;
4.Planeje antes de fazer o contato e o faça de maneira personalizada;
5.Conduza as conversas;
6.Saiba se expressar e seja claro para garantir que a pessoa esteja recebendo a informação corretamente;
7.Certifique-se de que a pessoa entendeu suas intenções;
8.Seja você mesmo;
9.Partilhe ideias e convide o interlocutor para opinar sobre elas;
10.Em contatos por telefone, pergunte a disponibilidade do ouvinte naquele momento. Caso esteja ocupado, ligue novamente, já que existem pessoas que esquecem de retornar as chamadas;
11.Esteja sempre pronto para ajudar;
12.Mantenha o canal aberto para novos contatos;
13.No caso da busca de recolocação, tenha controle das pessoas com quem conversou, quando e o que foi dito;
14.Cuide da história que você está construindo.
domingo, 23 de maio de 2010
Guia do emprego novo
Trocou de emprego ou este é seu primeiro? Não se preocupe! Confira o que fazer - e o que não fazer - durante esta sua nova fase de vida
Todo mundo se assusta e sempre fica nervoso, sem saber o que fazer e como se portar em um novo emprego. Nós sabemos que é difícil e, por isso mesmo, buscamos informações para que este novo passo não se torne algo chato e estressante, porque afinal ninguém merece ficar mudo e com receio de fazer as coisas dentro do ambiente de trabalho, não é mesmo? Todo mundo já passou pela situação: não conhecemos ninguém, nem o ambiente, nem os colegas, nem os costumes... Nada! Como se portar de fato nos primeiros dias de emprego novo?
É bom lembrar que, antes de qualquer coisa, todo recomeço requer mudanças e adaptações, das mais simples às mais complexas, e você deve estar preparada para elas. No caso de um emprego, os companheiros mudam, as funções mudam, o ambiente muda, o chefe muda e até o gostinho do café passa a ser diferente.
Uma dica para este começo é básica: anote. Um bloquinho e uma caneta podem ser seus melhores amigos: tenha sempre à mão sempre uma listinha de tudo que você vai precisar saber, como dados sobre a companhia, benefícios, tarefas... Assim você não chega se espantando com datas e fatos comuns para os atuais funcionários.
Lembre-se: você não está no emprego velho!
Sempre ouvimos histórias de micos e dramas que ocorreram nas primeiras semanas de emprego e, claro, damos risada. Mas o melhor mesmo é evitar esse tipo de acontecimento. Marcia Verdi conta que já passou vergonha durante o seu período de experiência: "Como tudo era novo e eu ainda estava me acostumando ao ritmo da empresa, deixei de marcar e ir a algumas reuniões e de atender alguns clientes - tudo por pensar que minha antiga secretária me ligaria a qualquer momento avisando, conta. O fato é que *não* tinha secretária! Ninguém me relembrou e esse lapso me fez ficar conhecida como a 'esquecidinha' do andar", completa.
Ok, imprevistos acontecem, mas é bom evitá-los para que apelidos e piadinhas não sejam relacionados ao nosso nome. A dica número dois é clara: não se esqueça de que você mudou. Tire da cabeça os hábitos e comportamentos do velho emprego.
Apresentação: vestida para trabalhar
Vestir-se adequadamente é uma das formas mais interessantes de se apresentar à empresa e seus funcionários. É sempre bom reforçar: nada de decotes e fendas. Calças e blazers fazem sim a diferença, assim como uma pasta bonita e uma pele apresentável. Lembre-se: seu rosto é seu cartão de visitas!
Mesa: tudo clean
Alguns consultores, como Alexandre Prates, lembram que sua mesa de trabalho não é igual a mesa de sua casa: "Há pessoas que exageram mesmo e fazem da mesa de trabalho uma verdadeira folia. Tem uns três porta-retratos, canecas, souvenires, bichinhos, adesivos e muitas outras coisas, condena. Um bom profissional sabe que uma mesa repleta de bagunça não é a melhor imagem de um funcionário, por isso manter sua mesa sempre limpa e organizada é um bom começo". Se você está chegando agora, é melhor não levar muita coisa de casa; afinal, menos é sempre mais!
Gisele Correa alerta sobre o problema da mesa-estante: "Eu sempre guardava em minha mesa fotos, papéis de trabalho, miniaturas e outras coisas. Uma vez tive um contratempo e não fui trabalhar. No dia seguinte, havia uma carta de meu chefe dizendo que minha mesa era uma bagunça, e que ele próprio não havia conseguido encontrar planilhas que deveriam estar em fácil acesso, relembra. Depois desta bronca, tirei tudo e passei a trabalhar com a mesa limpa". Organização é uma das características mais requisitadas por empresas hoje em dia, por isso não deixe essa dica de lado.
Guia rápido
Confira abaixo, o que você precisa decorar quando está começando um novo trabalho.
* Não fale muito, tanto para mostrar méritos profissionais, quanto para ser simpática. Uma pessoa nova gera curiosidade, portanto, dê abertura para a aproximação dos colegas, mas deixe que a iniciativa seja deles e não sua. Caso contrário, você pode ficar conhecida como 'a exibida' que acabou de chegar e isso não é legal.
* Esqueça as piadas chamando o vale-refeição de vale-miséria ou (pasmem) o décimo-terceiro de péssimo-terceiro. Essas brincadeiras, além de serem de mau gosto, não foram feitas para serem ditas entre pessoas que você acabou de conhecer.
* Nada de pressa: ser tolerante com os imprevistos é uma das coisas que você precisa ensaiar já de antemão. Seu computador pode demorar mais do que o esperado para chegar, seu crachá pode não ficar pronto no prazo previsto... Todo mundo passa por isso e você também, então nada de chiliques!
* Lembre-se que um novo trabalho é basicamente como arrumar namorado novo. Por algumas semanas, os dois vão pisar em ovos. Tudo vai se tornando mais simples com o tempo.
Todo mundo se assusta e sempre fica nervoso, sem saber o que fazer e como se portar em um novo emprego. Nós sabemos que é difícil e, por isso mesmo, buscamos informações para que este novo passo não se torne algo chato e estressante, porque afinal ninguém merece ficar mudo e com receio de fazer as coisas dentro do ambiente de trabalho, não é mesmo? Todo mundo já passou pela situação: não conhecemos ninguém, nem o ambiente, nem os colegas, nem os costumes... Nada! Como se portar de fato nos primeiros dias de emprego novo?
É bom lembrar que, antes de qualquer coisa, todo recomeço requer mudanças e adaptações, das mais simples às mais complexas, e você deve estar preparada para elas. No caso de um emprego, os companheiros mudam, as funções mudam, o ambiente muda, o chefe muda e até o gostinho do café passa a ser diferente.
Uma dica para este começo é básica: anote. Um bloquinho e uma caneta podem ser seus melhores amigos: tenha sempre à mão sempre uma listinha de tudo que você vai precisar saber, como dados sobre a companhia, benefícios, tarefas... Assim você não chega se espantando com datas e fatos comuns para os atuais funcionários.
Lembre-se: você não está no emprego velho!
Sempre ouvimos histórias de micos e dramas que ocorreram nas primeiras semanas de emprego e, claro, damos risada. Mas o melhor mesmo é evitar esse tipo de acontecimento. Marcia Verdi conta que já passou vergonha durante o seu período de experiência: "Como tudo era novo e eu ainda estava me acostumando ao ritmo da empresa, deixei de marcar e ir a algumas reuniões e de atender alguns clientes - tudo por pensar que minha antiga secretária me ligaria a qualquer momento avisando, conta. O fato é que *não* tinha secretária! Ninguém me relembrou e esse lapso me fez ficar conhecida como a 'esquecidinha' do andar", completa.
Ok, imprevistos acontecem, mas é bom evitá-los para que apelidos e piadinhas não sejam relacionados ao nosso nome. A dica número dois é clara: não se esqueça de que você mudou. Tire da cabeça os hábitos e comportamentos do velho emprego.
Apresentação: vestida para trabalhar
Vestir-se adequadamente é uma das formas mais interessantes de se apresentar à empresa e seus funcionários. É sempre bom reforçar: nada de decotes e fendas. Calças e blazers fazem sim a diferença, assim como uma pasta bonita e uma pele apresentável. Lembre-se: seu rosto é seu cartão de visitas!
Mesa: tudo clean
Alguns consultores, como Alexandre Prates, lembram que sua mesa de trabalho não é igual a mesa de sua casa: "Há pessoas que exageram mesmo e fazem da mesa de trabalho uma verdadeira folia. Tem uns três porta-retratos, canecas, souvenires, bichinhos, adesivos e muitas outras coisas, condena. Um bom profissional sabe que uma mesa repleta de bagunça não é a melhor imagem de um funcionário, por isso manter sua mesa sempre limpa e organizada é um bom começo". Se você está chegando agora, é melhor não levar muita coisa de casa; afinal, menos é sempre mais!
Gisele Correa alerta sobre o problema da mesa-estante: "Eu sempre guardava em minha mesa fotos, papéis de trabalho, miniaturas e outras coisas. Uma vez tive um contratempo e não fui trabalhar. No dia seguinte, havia uma carta de meu chefe dizendo que minha mesa era uma bagunça, e que ele próprio não havia conseguido encontrar planilhas que deveriam estar em fácil acesso, relembra. Depois desta bronca, tirei tudo e passei a trabalhar com a mesa limpa". Organização é uma das características mais requisitadas por empresas hoje em dia, por isso não deixe essa dica de lado.
Guia rápido
Confira abaixo, o que você precisa decorar quando está começando um novo trabalho.
* Não fale muito, tanto para mostrar méritos profissionais, quanto para ser simpática. Uma pessoa nova gera curiosidade, portanto, dê abertura para a aproximação dos colegas, mas deixe que a iniciativa seja deles e não sua. Caso contrário, você pode ficar conhecida como 'a exibida' que acabou de chegar e isso não é legal.
* Esqueça as piadas chamando o vale-refeição de vale-miséria ou (pasmem) o décimo-terceiro de péssimo-terceiro. Essas brincadeiras, além de serem de mau gosto, não foram feitas para serem ditas entre pessoas que você acabou de conhecer.
* Nada de pressa: ser tolerante com os imprevistos é uma das coisas que você precisa ensaiar já de antemão. Seu computador pode demorar mais do que o esperado para chegar, seu crachá pode não ficar pronto no prazo previsto... Todo mundo passa por isso e você também, então nada de chiliques!
* Lembre-se que um novo trabalho é basicamente como arrumar namorado novo. Por algumas semanas, os dois vão pisar em ovos. Tudo vai se tornando mais simples com o tempo.
Emprego novo, vida nova: aproveite a transição para fazer tudo diferente
"A busca por um novo desafio exige mudanças", garante a consultora da RH Internacional, empresa de recrutamento e seleção, Genilda Castilho. Ela se refere à mudança de emprego. Assim, quem pensa que só porque conseguiu uma nova colocação pode se acomodar está enganado.
"A busca por um novo desafio exige mudanças", garante a consultora da RH Internacional, empresa de recrutamento e seleção, Genilda Castilho. Ela se refere à mudança de emprego. Assim, quem pensa que só porque conseguiu uma nova colocação pode se acomodar está enganado. Segundo a especialista, a procura por novos desafios pressupõe estar preparado para eles. "Um novo emprego implica a necessidade de novos conhecimentos, tanto técnicos quanto comportamentais", sublinha.
"Procure se aperfeiçoar nos idiomas, nos conhecimentos de informática, se matricule em uma pós-graduação ou mesmo em cursos de extensão. O importante é não se acomodar. Hoje em dia, os profissionais devem estar antenados em tudo".
Chance de recomeçar
O novo emprego pode ser visto ainda como uma chance de começar do zero. Por isso, a recomendação é analisar suas deficiências e erros do passado, procurando melhorar sempre, tanto pessoal quanto profissionalmente. "Tenha como objetivo o que não pôde alcançar no emprego anterior, por exemplo, uma promoção. Deixe para trás os problemas que tinha com a equipe ou com seu chefe. Tudo deve servir de lição. Assumido o novo desafio, você já sabe de suas limitações, portanto, procure saná-las, e nunca mascará-las", lembra Genilda.
Faça o seguinte: se você era muito introspectivo, no seu novo emprego, tente interagir mais. Se seu antigo chefe costumava reclamar de sua comodidade, tente, de agora em diante, ser proativo no dia-a-dia, e mostre mais interesse pelas atividades da empresa. Se faltava-lhe a simpatia da equipe, aprenda a trabalhar em grupo e seja mais carismático. "Hoje, há mil cursos que visam ao aprimoramento profissional, assim como palestras e consultorias. Utilize-os a seu favor. Não é porque você conseguiu uma vaga que pode ficar tranqüilo. Ainda não é certeza que o novo emprego dará certo".
"A busca por um novo desafio exige mudanças", garante a consultora da RH Internacional, empresa de recrutamento e seleção, Genilda Castilho. Ela se refere à mudança de emprego. Assim, quem pensa que só porque conseguiu uma nova colocação pode se acomodar está enganado. Segundo a especialista, a procura por novos desafios pressupõe estar preparado para eles. "Um novo emprego implica a necessidade de novos conhecimentos, tanto técnicos quanto comportamentais", sublinha.
"Procure se aperfeiçoar nos idiomas, nos conhecimentos de informática, se matricule em uma pós-graduação ou mesmo em cursos de extensão. O importante é não se acomodar. Hoje em dia, os profissionais devem estar antenados em tudo".
Chance de recomeçar
O novo emprego pode ser visto ainda como uma chance de começar do zero. Por isso, a recomendação é analisar suas deficiências e erros do passado, procurando melhorar sempre, tanto pessoal quanto profissionalmente. "Tenha como objetivo o que não pôde alcançar no emprego anterior, por exemplo, uma promoção. Deixe para trás os problemas que tinha com a equipe ou com seu chefe. Tudo deve servir de lição. Assumido o novo desafio, você já sabe de suas limitações, portanto, procure saná-las, e nunca mascará-las", lembra Genilda.
Faça o seguinte: se você era muito introspectivo, no seu novo emprego, tente interagir mais. Se seu antigo chefe costumava reclamar de sua comodidade, tente, de agora em diante, ser proativo no dia-a-dia, e mostre mais interesse pelas atividades da empresa. Se faltava-lhe a simpatia da equipe, aprenda a trabalhar em grupo e seja mais carismático. "Hoje, há mil cursos que visam ao aprimoramento profissional, assim como palestras e consultorias. Utilize-os a seu favor. Não é porque você conseguiu uma vaga que pode ficar tranqüilo. Ainda não é certeza que o novo emprego dará certo".
6 Perguntas que os líderes devem estar preparados para responder
Outro dia eu fui fazer exames de rotina em um laboratório e não encontrei vaga para estacionar o meu carro. Baixei o vidro e perguntei para o "guardador de carros" se ele achava que ia demorar muito para eu conseguir uma vaga. Imediatamente ele apontou para uma vazia, onde tinha uma placa "reservado para a Diretoria" e disse que eu poderia estacionar lá. Desconfiada, eu questionei: "E se alguém da Diretoria chegar?". Ele respondeu: "Ficarão felizes em saber que a vaga foi ocupada por um cliente. Somos uma empresa voltada para o cliente".
Neste mês eu estava viajando e como havia perdido a conexão, a cia aérea me deixou num hotel no centro da cidade de Brasilia-DF, quando entrei no carro, exausto, o motorista me perguntou se tinha problema que déssemos carona para alguns comissários. "É claro que não". Não teria tido realmente, se os comissários não tivessem ido para outro hotel, bem longe do meu, e ainda por cima, o motorista não tivesse feito questão de entregá-los antes de mim, aceitando gentilmente uma nota de vinte Reais do último que deixou o veículo.
Duas histórias, duas culturas claramente diferentes e duas formas antagônicas de enxergar e tratar o cliente. Minha pergunta é: como o seu funcionário está cuidando dos clientes da sua empresa? Será que ele tem a "autonomia" do guardador de carros para saber que o cliente está acima de tudo e de todos, ou será que ele está plantando única e exclusivamente para aquilo que dá retorno só para ele?
De um modo geral, nas organizações voltadas para o cliente, os líderes desempenham um papel-chave na monitoração do progresso das pessoas e, conseqüentemente, no lucro da empresa. A questão é que os gerentes sabem muito pouco sobre gerenciamento e interação com o cliente. Mesmo nesta época de empresas mais horizontalizadas, um dos fatores de maior influência no comportamento do funcionário é o que eles vêem os seus gerentes. Associe a visão ao trabalho diário – o gerente deve se tornar a ligação entre a estratégia da empresa e o que acontece na interação com o cliente. Ele deve não apenas captar a visão empresarial, mas também ser capaz de transmiti-la em termos de efeitos específicos nas práticas de vendas e serviço.
Dê um exemplo de competência – aqueles que estão na linha de frente devem poder se dirigir aos seus gerentes com confiança, recorrendo a eles como recursos seniores no caso de contas-chave, e como pessoas naturalmente talentosas em matérias de vendas e serviço. Crie direção – orientar uma equipe é tão importante quanto participar dela. Os gerentes devem ser capazes de transmitir um sentido claro de direção mediante treinamento, feedback e apoio. Eles devem se tornar defensores da força de trabalho da linha de frente. Aliás, já é comprovado que hoje a prática gerencial mais valiosa é o apoio às pessoas da equipe.
Recompense a mudança – as empresas verão resultado mais rapidamente se examinarem a maneira como reconhecem e recompensam os profissionais da linha de frente. Um exemplo claro: se a meta empresarial for o relacionamento de longo prazo com o cliente, a empresa não deve recompensar a sua linha de frente exclusivamente com base no volume a curto prazo. O cliente que espera o "benefício" e se decepciona, nem deveria precisar chamar o gerente. Afinal, se algo está errado na linha de frente, de quem é a culpa? Muito melhor, mais lucrativo e compensador é o gerente trabalhar nos bastidores com as equipes para que elas tenham autonomia de decidir pela empresa na frente do cliente. Cliente surpreendido com o benefício não esperado, só chamará o gerente para dizer: "muito obrigado".
6 Perguntas que os líderes devem estar preparados para responder:
1 - Com o que nos comprometeremos?
2 - Qual deveria ser a nossa marca/personalidade?
3 - O que queremos que os nossos clientes digam de fazerem negócios conosco?
4 - Como sabemos que isso será valorizado?
5 - O que estamos dispostos a investir para fazer com que isso dê certo?
6 - Queremos tentar atender às necessidades de toda a nossa clientela ou temos um segmento específico de clientes a que nos dedicar e que está pronto para pagar por um processo de interação classe mundial.
Neste mês eu estava viajando e como havia perdido a conexão, a cia aérea me deixou num hotel no centro da cidade de Brasilia-DF, quando entrei no carro, exausto, o motorista me perguntou se tinha problema que déssemos carona para alguns comissários. "É claro que não". Não teria tido realmente, se os comissários não tivessem ido para outro hotel, bem longe do meu, e ainda por cima, o motorista não tivesse feito questão de entregá-los antes de mim, aceitando gentilmente uma nota de vinte Reais do último que deixou o veículo.
Duas histórias, duas culturas claramente diferentes e duas formas antagônicas de enxergar e tratar o cliente. Minha pergunta é: como o seu funcionário está cuidando dos clientes da sua empresa? Será que ele tem a "autonomia" do guardador de carros para saber que o cliente está acima de tudo e de todos, ou será que ele está plantando única e exclusivamente para aquilo que dá retorno só para ele?
De um modo geral, nas organizações voltadas para o cliente, os líderes desempenham um papel-chave na monitoração do progresso das pessoas e, conseqüentemente, no lucro da empresa. A questão é que os gerentes sabem muito pouco sobre gerenciamento e interação com o cliente. Mesmo nesta época de empresas mais horizontalizadas, um dos fatores de maior influência no comportamento do funcionário é o que eles vêem os seus gerentes. Associe a visão ao trabalho diário – o gerente deve se tornar a ligação entre a estratégia da empresa e o que acontece na interação com o cliente. Ele deve não apenas captar a visão empresarial, mas também ser capaz de transmiti-la em termos de efeitos específicos nas práticas de vendas e serviço.
Dê um exemplo de competência – aqueles que estão na linha de frente devem poder se dirigir aos seus gerentes com confiança, recorrendo a eles como recursos seniores no caso de contas-chave, e como pessoas naturalmente talentosas em matérias de vendas e serviço. Crie direção – orientar uma equipe é tão importante quanto participar dela. Os gerentes devem ser capazes de transmitir um sentido claro de direção mediante treinamento, feedback e apoio. Eles devem se tornar defensores da força de trabalho da linha de frente. Aliás, já é comprovado que hoje a prática gerencial mais valiosa é o apoio às pessoas da equipe.
Recompense a mudança – as empresas verão resultado mais rapidamente se examinarem a maneira como reconhecem e recompensam os profissionais da linha de frente. Um exemplo claro: se a meta empresarial for o relacionamento de longo prazo com o cliente, a empresa não deve recompensar a sua linha de frente exclusivamente com base no volume a curto prazo. O cliente que espera o "benefício" e se decepciona, nem deveria precisar chamar o gerente. Afinal, se algo está errado na linha de frente, de quem é a culpa? Muito melhor, mais lucrativo e compensador é o gerente trabalhar nos bastidores com as equipes para que elas tenham autonomia de decidir pela empresa na frente do cliente. Cliente surpreendido com o benefício não esperado, só chamará o gerente para dizer: "muito obrigado".
6 Perguntas que os líderes devem estar preparados para responder:
1 - Com o que nos comprometeremos?
2 - Qual deveria ser a nossa marca/personalidade?
3 - O que queremos que os nossos clientes digam de fazerem negócios conosco?
4 - Como sabemos que isso será valorizado?
5 - O que estamos dispostos a investir para fazer com que isso dê certo?
6 - Queremos tentar atender às necessidades de toda a nossa clientela ou temos um segmento específico de clientes a que nos dedicar e que está pronto para pagar por um processo de interação classe mundial.
domingo, 16 de maio de 2010
Vagas de milionarios....candidata-se ! ! ! !
Hoje tive a oportunidade de ler a reportagem da revista VEJA “A receita dos milionários” diz que no Brasil a cada 10 minutos surge um novo milionário, pude perceber que 100% dos novos milionários são empreendedores.
São donos de empresas que conseguiram se destacar num ambiente tão disputado e acirrado, sabe-se que o mercado não perdoa, quem erra esta fora, então alguns largaram os empregos com ótimos salários e apostaram tudo que tinham no novo empreendimento, sabendo que qualquer erro estaria fora e com poucas possibilidades de voltar e novamente virar empregado.
As formulas são as mais variáveis possíveis como:
1 - CRIAR UM PRODUTO EXCLUSIVO;
2 - INSPIRE-SE NOS LÍDERES;
3 - ENTREGUE MAIS DO QUE ELES PEDEM;
4 - SEJA ORIGINAL;
5 - ANTECIPE-SE ÀS TENDÊNCIAS;
6 - SEJA RADICAL;
7 - O REGIONAL É GLOBAL;
8 - DESCUBRA UM NICHO;
9 - A CLASSE C QUER TRATAMENTO A;
10 - PRODUZA EM VEZ DE REVENDER;
11 - UM DIA A MARÉ SOBE. PREPARE-SE
Alguns conselhos valem para os empregados também, todos querem ser dono da própria empresa, vale-se mudar o próprio perfil para o perfil empreendedor, perfil de dono, perfil de um líder...
Como diz o conselho n 11, um dia a maré sobe, prepare-se...
Leia na integra: http://veja.abril.com.br/190510/receita-milionarios-p-116.shtml
São donos de empresas que conseguiram se destacar num ambiente tão disputado e acirrado, sabe-se que o mercado não perdoa, quem erra esta fora, então alguns largaram os empregos com ótimos salários e apostaram tudo que tinham no novo empreendimento, sabendo que qualquer erro estaria fora e com poucas possibilidades de voltar e novamente virar empregado.
As formulas são as mais variáveis possíveis como:
1 - CRIAR UM PRODUTO EXCLUSIVO;
2 - INSPIRE-SE NOS LÍDERES;
3 - ENTREGUE MAIS DO QUE ELES PEDEM;
4 - SEJA ORIGINAL;
5 - ANTECIPE-SE ÀS TENDÊNCIAS;
6 - SEJA RADICAL;
7 - O REGIONAL É GLOBAL;
8 - DESCUBRA UM NICHO;
9 - A CLASSE C QUER TRATAMENTO A;
10 - PRODUZA EM VEZ DE REVENDER;
11 - UM DIA A MARÉ SOBE. PREPARE-SE
Alguns conselhos valem para os empregados também, todos querem ser dono da própria empresa, vale-se mudar o próprio perfil para o perfil empreendedor, perfil de dono, perfil de um líder...
Como diz o conselho n 11, um dia a maré sobe, prepare-se...
Leia na integra: http://veja.abril.com.br/190510/receita-milionarios-p-116.shtml
E na demissão por justa causa e no pedido de demissão...
Existem 02 (dois) tipos de demissão:
Por iniciativa do empregado - a pedido
Por iniciativa do empregador - por justa causa
- sem justa causa;
No caso de pedido de demissão são devidas as seguintes verbas:
01 - aviso prévio (se trabalhar o mês do aviso, caso contrário, pode ser descontado o valor do aviso - um salário - do que o empregado tiver a receber);
02 - saldo de salários (dias que o empregado trabalhou e não recebeu);
03 - décimo terceiro proporcional (aos meses que trabalhou).
04 - férias proporcionais (aos meses que trabalhou);
05 - 1/3 de férias (sobre o valor pago a título de férias proporcionais);
No caso de demissão sem justa causa do empregado são devidas as seguintes verbas:
01- aviso prévio;
02 - saldo de salários (dias que o empregado trabalhou e não recebeu);
03 - décimo terceiro proporcional (aos meses que trabalhou);
04 - férias proporcionais (aos meses que trabalhou);
05 - 1/3 de férias (sobre o valor pago a título de férias proporcionais);
06 - multa de 40% sobre o valor total depositado na conta vinculada do empregado (FGTS);
07 - saque do FGTS depositado na Caixa Econômica Federal;
08 - seguro desemprego, se tiver no mínimo seis meses de trabalho.
Em razão da Convenção nº 132 da OIT, promulgada pelo Decreto Presidencial nº 3.197, de 5 de outubro de 1999, a qual tem força de lei e assegurou a todos os(as) empregados(as), inclusive os(as) domésticos(as), o direito a férias proporcionais, independentemente da forma de desligamento (arts. 146 a 148, CLT), mesmo que incompleto o período aquisitivo de 12 meses. Assim, o(a) empregado(a) que pede demissão antes de completar 12 meses de serviço, tem direito a férias proporcionais.
Prazos para o Pagamento da Rescisão
Existem duas hipóteses:
01 - Aviso prévio trabalhado: pagamento no primeiro dia útil depois do término do aviso
02 - Aviso prévio indenizado: dez dias para o pagamento da rescisão
Se o empregado tiver mais de um ano de trabalho, a rescisão, obrigatoriamente deve ser feita no Sindicato da categoria
Aviso Prévio: O aviso prévio é uma obrigação tanto do empregador como do empregado, isto é, se o empregado não desejar mais trabalhar é obrigado a informar de sua vontade com no mínimo 30 (trinta dias) de antecedência, o mesmo ocorrendo com o empregador que não desejar mais os serviços do empregado.
Conseqüências do Aviso Prévio: O período do aviso prévio é considerado de efetivo exercício, refletindo sobre as férias e 13º salário. Se o empregador não der aviso prévio terá que indenizá-lo, isto é, pagará ao empregado 30 (trinta) dias a mais no salário e seus reflexos sobre o 13º salário e férias, o mesmo ocorrendo com o empregado que abandonar o emprego repentinamente. Tanto o aviso prévio como o pedido de demissão obrigatoriamente serão por escrito e mediante recibo.
Por iniciativa do empregado - a pedido
Por iniciativa do empregador - por justa causa
- sem justa causa;
No caso de pedido de demissão são devidas as seguintes verbas:
01 - aviso prévio (se trabalhar o mês do aviso, caso contrário, pode ser descontado o valor do aviso - um salário - do que o empregado tiver a receber);
02 - saldo de salários (dias que o empregado trabalhou e não recebeu);
03 - décimo terceiro proporcional (aos meses que trabalhou).
04 - férias proporcionais (aos meses que trabalhou);
05 - 1/3 de férias (sobre o valor pago a título de férias proporcionais);
No caso de demissão sem justa causa do empregado são devidas as seguintes verbas:
01- aviso prévio;
02 - saldo de salários (dias que o empregado trabalhou e não recebeu);
03 - décimo terceiro proporcional (aos meses que trabalhou);
04 - férias proporcionais (aos meses que trabalhou);
05 - 1/3 de férias (sobre o valor pago a título de férias proporcionais);
06 - multa de 40% sobre o valor total depositado na conta vinculada do empregado (FGTS);
07 - saque do FGTS depositado na Caixa Econômica Federal;
08 - seguro desemprego, se tiver no mínimo seis meses de trabalho.
Em razão da Convenção nº 132 da OIT, promulgada pelo Decreto Presidencial nº 3.197, de 5 de outubro de 1999, a qual tem força de lei e assegurou a todos os(as) empregados(as), inclusive os(as) domésticos(as), o direito a férias proporcionais, independentemente da forma de desligamento (arts. 146 a 148, CLT), mesmo que incompleto o período aquisitivo de 12 meses. Assim, o(a) empregado(a) que pede demissão antes de completar 12 meses de serviço, tem direito a férias proporcionais.
Prazos para o Pagamento da Rescisão
Existem duas hipóteses:
01 - Aviso prévio trabalhado: pagamento no primeiro dia útil depois do término do aviso
02 - Aviso prévio indenizado: dez dias para o pagamento da rescisão
Se o empregado tiver mais de um ano de trabalho, a rescisão, obrigatoriamente deve ser feita no Sindicato da categoria
Aviso Prévio: O aviso prévio é uma obrigação tanto do empregador como do empregado, isto é, se o empregado não desejar mais trabalhar é obrigado a informar de sua vontade com no mínimo 30 (trinta dias) de antecedência, o mesmo ocorrendo com o empregador que não desejar mais os serviços do empregado.
Conseqüências do Aviso Prévio: O período do aviso prévio é considerado de efetivo exercício, refletindo sobre as férias e 13º salário. Se o empregador não der aviso prévio terá que indenizá-lo, isto é, pagará ao empregado 30 (trinta) dias a mais no salário e seus reflexos sobre o 13º salário e férias, o mesmo ocorrendo com o empregado que abandonar o emprego repentinamente. Tanto o aviso prévio como o pedido de demissão obrigatoriamente serão por escrito e mediante recibo.
Você sabe o que acontece numa demissão por justa causa?
Muitos funcionários não sabem que podem ser demitidos sem que tenham direito a algumas verbas rescisórias na hora do desligamento com a empresa, situação denominada "demissão por justa causa".A legislação brasileira permite isso em situações bastante específicas, desde que alguns comportamentos sejam notados. No entanto, você sabe quais são essas atitudes "condenáveis" e que permitem que o empregador o demita sem que você receba tudo o que lhe é de direito?
Leis trabalhistas Para quem está entrando no mercado de trabalho e não sabe, o Brasil conta com uma legislação direcionada às relações de trabalho: trata-se da Consolidação das Leis Trabalhistas, a CLT, que foi decretada em 1º de maio de 1943 pelo então presidente da República Getúlio Vargas. O artigo que explica as questões de justa causa é o 482, o qual determina em que situações o empregado poderá ser demitido, como o explicado abaixo.
Comportamento Em caso de roubo, o empregado não tem direito a nada. Isso significa que, se você for pego com algo da empresa, mesmo que seja de pequeno valor, poderá ser demitido por isso. Então, diante desta lei, nada de pegar emprestado eternamente lápis, canetas e outros itens da empresa.
Outro tipo de comportamento julgado pelos empregadores e pela CLT é a conduta imoral: "exibição com meretrizes, gente sem respeitabilidade - ou mau procedimento": tudo ligado à imagem da pessoa que seja negativo aos bons costumes. Além disso, dois outros hábitos, que correspondem à vícios, podem fazer com que você perca o emprego: embriaguez habitual ou em serviço e prática de jogos de azar.
Empresa
Com relação à empresa, o empregado pode ser demitido quando realizar negociação habitual por conta própria ou alheia sem permissão do empregador, e quando constituir ato de concorrência à empresa, inclusive gerando prejuízo ao empregador. Outro fato que pode gerar esse tipo de demissão é a violação dos segredos da empresa ou, até mesmo, a indisciplina e insubordinação. O abandono do emprego, ou seja, quando o funcionário falta diversas vezes sem dar explicação também permite que seja demitido sem direitos.
Outros Abaixo estão listados outros motivos que podem fazer com que você seja demitido sem que receba todos os direitos.
• condenação criminal, caso não tenha havido suspensão da execução da pena;.
• desídia no desempenho das funções (falta de interesse, comparecimento impontual, ausências, produção imperfeita)
• ato lesivo da honra ou forma praticado no serviço contra qualquer pessoa ou ofensas físicas nas mesmas condições, com exceção de legítima defesa;
• ato lesivo da honra ou da boa forma ou ofensas físicas praticadas contra o empregador, salvo legítima defesa.
Direitos no ato da demissão
Na demissão por justa causa, o empregado deve receber o saldo de salário e as férias vencidas com acréscimo de 1/3 referente ao abono constitucional, caso tenha mais de um ano de empresa. Perde, portanto, o direito ao FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) e ao décimo terceiro salário proporcional.
Leis trabalhistas Para quem está entrando no mercado de trabalho e não sabe, o Brasil conta com uma legislação direcionada às relações de trabalho: trata-se da Consolidação das Leis Trabalhistas, a CLT, que foi decretada em 1º de maio de 1943 pelo então presidente da República Getúlio Vargas. O artigo que explica as questões de justa causa é o 482, o qual determina em que situações o empregado poderá ser demitido, como o explicado abaixo.
Comportamento Em caso de roubo, o empregado não tem direito a nada. Isso significa que, se você for pego com algo da empresa, mesmo que seja de pequeno valor, poderá ser demitido por isso. Então, diante desta lei, nada de pegar emprestado eternamente lápis, canetas e outros itens da empresa.
Outro tipo de comportamento julgado pelos empregadores e pela CLT é a conduta imoral: "exibição com meretrizes, gente sem respeitabilidade - ou mau procedimento": tudo ligado à imagem da pessoa que seja negativo aos bons costumes. Além disso, dois outros hábitos, que correspondem à vícios, podem fazer com que você perca o emprego: embriaguez habitual ou em serviço e prática de jogos de azar.
Empresa
Com relação à empresa, o empregado pode ser demitido quando realizar negociação habitual por conta própria ou alheia sem permissão do empregador, e quando constituir ato de concorrência à empresa, inclusive gerando prejuízo ao empregador. Outro fato que pode gerar esse tipo de demissão é a violação dos segredos da empresa ou, até mesmo, a indisciplina e insubordinação. O abandono do emprego, ou seja, quando o funcionário falta diversas vezes sem dar explicação também permite que seja demitido sem direitos.
Outros Abaixo estão listados outros motivos que podem fazer com que você seja demitido sem que receba todos os direitos.
• condenação criminal, caso não tenha havido suspensão da execução da pena;.
• desídia no desempenho das funções (falta de interesse, comparecimento impontual, ausências, produção imperfeita)
• ato lesivo da honra ou forma praticado no serviço contra qualquer pessoa ou ofensas físicas nas mesmas condições, com exceção de legítima defesa;
• ato lesivo da honra ou da boa forma ou ofensas físicas praticadas contra o empregador, salvo legítima defesa.
Direitos no ato da demissão
Na demissão por justa causa, o empregado deve receber o saldo de salário e as férias vencidas com acréscimo de 1/3 referente ao abono constitucional, caso tenha mais de um ano de empresa. Perde, portanto, o direito ao FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) e ao décimo terceiro salário proporcional.
domingo, 2 de maio de 2010
Hora de ir pra casa....
Para todos os trabalhadores que trabalham longe de casa tem um momento especial, a volta pra casa, nesta semana voltarei para BH, onde vou rever os familiares, amigos, resolver pendências de contas e problemas que aconteceram na aminha ausência da cidade que tanto amo, percebi que neste período que passei longe amo mais ainda BH...
Hora que também aproveito para resolver problemas profissionais, as empresas acham que nos dependemos dela e ela não depende da gente, ou apenas empurram os problemas com a barriga, ou ainda não estão preparados para ter pessoas responsáveis, éticas nos seus quadros, mas como sabemos que e um casamento der certo ambos devem estar satisfeitos um com ou outro, ou o casamento não dura muito tempo... acho que e o meu caso..
Durante o tempo que fiquei fora de casa a serviço, a disponibilidade da empresa, pensei muito sobre todas as coisas que aconteceram e as coisas que não aconteceram, hoje o resultado não e positivo, para continuar o meu trabalho muitas coisas devem mudar, mas como creio que mudar as pessoas e possível, mas mudar um sistema em si e quase impossível...
De forma nenhuma estou desistindo, estou mudando os meus meios para cumpri o meu objetivo pessoal e profissional, quero retornar os meus estudos, ficar perto dos meus familiares, amigos, ficar no habitat natural..
Obs. O meu teclado esta desconfigurado (sem acento) me desculpem...
Hora que também aproveito para resolver problemas profissionais, as empresas acham que nos dependemos dela e ela não depende da gente, ou apenas empurram os problemas com a barriga, ou ainda não estão preparados para ter pessoas responsáveis, éticas nos seus quadros, mas como sabemos que e um casamento der certo ambos devem estar satisfeitos um com ou outro, ou o casamento não dura muito tempo... acho que e o meu caso..
Durante o tempo que fiquei fora de casa a serviço, a disponibilidade da empresa, pensei muito sobre todas as coisas que aconteceram e as coisas que não aconteceram, hoje o resultado não e positivo, para continuar o meu trabalho muitas coisas devem mudar, mas como creio que mudar as pessoas e possível, mas mudar um sistema em si e quase impossível...
De forma nenhuma estou desistindo, estou mudando os meus meios para cumpri o meu objetivo pessoal e profissional, quero retornar os meus estudos, ficar perto dos meus familiares, amigos, ficar no habitat natural..
Obs. O meu teclado esta desconfigurado (sem acento) me desculpem...
terça-feira, 27 de abril de 2010
Perde-se o emprego, mas não a saúde...
Pouca gente sabe que, em certos casos, a lei permite que o funcionário continue usando o plano da empresa mesmo depois de ser demitido
Para muita gente, perder um emprego significa mais do que ficar sem o salário mensal. Significa, também, abrir mão de uma série de benefícios importantes - entre eles, o plano de saúde corporativo. O que poucos sabem é que, em certos casos, a lei permite que o funcionário continue usando o plano da empresa mesmo depois de ser demitido. Para isso, é necessário que o desligamento tenha ocorrido sem justa causa e que o funcionário assuma a mensalidade no lugar da empresa - o que costuma valer a pena, já que os planos corporativos têm um custo geralmente menor.
Entretanto, são poucos os funcionários que aproveitam a brecha para atenuar o impacto de uma demissão. Primeiro, porque a maioria das pessoas desconhece esse benefício. Segundo, porque as próprias empresas não fazem muita questão de divulgá-lo. "Para a empregadora, essa escolha implica a manutenção de uma despesa. Apesar de o ex-empregado arcar com as parcelas, o custo da sinistralidade continua sendo da empresa", explica a advogada Maria Lucia Benhame, da Benhame Advogados, de São Paulo. Ela lembra, ainda, que a manutenção do plano pode comprometer o orçamento do próprio empregado demitido. "Muitas vezes, ele não tem condições financeiras de arcar com o custo do plano", ressalva.
Para muita gente, perder um emprego significa mais do que ficar sem o salário mensal. Significa, também, abrir mão de uma série de benefícios importantes - entre eles, o plano de saúde corporativo. O que poucos sabem é que, em certos casos, a lei permite que o funcionário continue usando o plano da empresa mesmo depois de ser demitido. Para isso, é necessário que o desligamento tenha ocorrido sem justa causa e que o funcionário assuma a mensalidade no lugar da empresa - o que costuma valer a pena, já que os planos corporativos têm um custo geralmente menor.
Entretanto, são poucos os funcionários que aproveitam a brecha para atenuar o impacto de uma demissão. Primeiro, porque a maioria das pessoas desconhece esse benefício. Segundo, porque as próprias empresas não fazem muita questão de divulgá-lo. "Para a empregadora, essa escolha implica a manutenção de uma despesa. Apesar de o ex-empregado arcar com as parcelas, o custo da sinistralidade continua sendo da empresa", explica a advogada Maria Lucia Benhame, da Benhame Advogados, de São Paulo. Ela lembra, ainda, que a manutenção do plano pode comprometer o orçamento do próprio empregado demitido. "Muitas vezes, ele não tem condições financeiras de arcar com o custo do plano", ressalva.
Você é insubstituível ? ? ?
Primeiro responda, e depois leia o texto:
Na sala de reunião de uma multinacional o diretor nervoso fala com sua equipe de gestores.
Agita as mãos, mostra gráficos e, olhando nos olhos de cada um ameaça:"Ninguém é insubstituível".
A frase parece ecoar nas paredes da sala de reunião em meio ao silêncio. Os gestores se entreolham, alguns abaixam a cabeça. Ninguém ousa dizer nada.
De repente um braço se levanta e o diretor se prepara para triturar o atrevido:
- Alguma pergunta?
- Tenho sim. E o Beethoven?
- Como? (O encara o gestor confuso).
- O senhor disse que ninguém é insubstituível e quem substituiu o Beethoven?
Silêncio...
Ouvi essa estória esses dias contados por um profissional que conheço e achei muito pertinente falar sobre isso...
Afinal as empresas falam em descobrir talentos, reter talentos, mas, no fundo continuam achando que os profissionais são peças dentro da organização e que, quando sai um, é só encontrar outro para por no lugar.
Quem substitui Beethoven? Tom Jobim? Ayrton Senna? Ghandi? Frank Sinatra? Garrincha? Santos Dumont? Monteiro Lobato? Elvis Presley? Os Beatles? Jorge Amado? Pelé? Paul Newman? Albert Einstein? Picasso? Reinaldo a fera do Galo?
Todos esses talentos marcaram a História fazendo o que gostam e o que sabem fazer bem, ou seja, fizeram seu talento brilhar. E, portanto, são sim insubstituíveis.
Cada ser humano tem sua contribuição a dar e seu talento direcionado para alguma coisa. Está na hora dos líderes das organizações reverem seus conceitos e começarem a pensar em como desenvolver o talento da sua equipe focando no brilho de seus pontos fortes e não utilizando energia em reparar 'seus gaps'.
Ninguém lembra e nem quer saber se Beethoven era surdo, se Picasso era instável, Caymmi preguiçoso, Kennedy egocêntrico, Elvis obsessivo... O que queremos é sentir o prazer produzido pelas sinfonias, obras de arte, discursos memoráveis e melodias inesquecíveis, resultado de seus talentos.
Cabe aos líderes de sua organização mudar o olhar sobre a equipe e voltar seus esforços em descobrir os pontos fortes de cada membro. Fazer brilhar o talento de cada um em prol do sucesso de seu projeto.
Se seu gerente / coordenador, ainda está focado em 'melhorar as fraquezas' de sua equipe corre o risco de ser aquele tipo de líder que barraria Garrincha por ter as pernas tortas, Albert Einstein por ter notas baixas na escola, Beethoven por ser surdo e Gisele Bündchen por ter nariz grande. E na gestão dele o mundo teria perdido todos esses talentos.
Quando o Zacarias dos Trapalhões faleceu, ao iniciar o programa seguinte, o Dedé entrou em cena e falou mais ou menos assim:
"Estamos todos muitos tristes com a partida de nosso irmão Zacarias... e hoje, para substituí-lo, chamamos:.. Ninguém... pois nosso Zaca é insubstituível"
Portanto nunca esqueça: Você é um talento único... Com toda certeza ninguém te substituirá.
Isso não só na vida profissional, mas na pessoal também... às vezes terminamos relacionamentos por só conseguir enxergar os "defeitos" do outro, e sempre ficamos em busca de alguém "perfeito", mas se pararmos e olharmos para as inesquecíveis canções que só aquela pessoa soube criar dentro de você e tudo mais que ela tem de bom, o final feliz aconteceria....
(Autor desconhecido, infelizmente)
Na sala de reunião de uma multinacional o diretor nervoso fala com sua equipe de gestores.
Agita as mãos, mostra gráficos e, olhando nos olhos de cada um ameaça:"Ninguém é insubstituível".
A frase parece ecoar nas paredes da sala de reunião em meio ao silêncio. Os gestores se entreolham, alguns abaixam a cabeça. Ninguém ousa dizer nada.
De repente um braço se levanta e o diretor se prepara para triturar o atrevido:
- Alguma pergunta?
- Tenho sim. E o Beethoven?
- Como? (O encara o gestor confuso).
- O senhor disse que ninguém é insubstituível e quem substituiu o Beethoven?
Silêncio...
Ouvi essa estória esses dias contados por um profissional que conheço e achei muito pertinente falar sobre isso...
Afinal as empresas falam em descobrir talentos, reter talentos, mas, no fundo continuam achando que os profissionais são peças dentro da organização e que, quando sai um, é só encontrar outro para por no lugar.
Quem substitui Beethoven? Tom Jobim? Ayrton Senna? Ghandi? Frank Sinatra? Garrincha? Santos Dumont? Monteiro Lobato? Elvis Presley? Os Beatles? Jorge Amado? Pelé? Paul Newman? Albert Einstein? Picasso? Reinaldo a fera do Galo?
Todos esses talentos marcaram a História fazendo o que gostam e o que sabem fazer bem, ou seja, fizeram seu talento brilhar. E, portanto, são sim insubstituíveis.
Cada ser humano tem sua contribuição a dar e seu talento direcionado para alguma coisa. Está na hora dos líderes das organizações reverem seus conceitos e começarem a pensar em como desenvolver o talento da sua equipe focando no brilho de seus pontos fortes e não utilizando energia em reparar 'seus gaps'.
Ninguém lembra e nem quer saber se Beethoven era surdo, se Picasso era instável, Caymmi preguiçoso, Kennedy egocêntrico, Elvis obsessivo... O que queremos é sentir o prazer produzido pelas sinfonias, obras de arte, discursos memoráveis e melodias inesquecíveis, resultado de seus talentos.
Cabe aos líderes de sua organização mudar o olhar sobre a equipe e voltar seus esforços em descobrir os pontos fortes de cada membro. Fazer brilhar o talento de cada um em prol do sucesso de seu projeto.
Se seu gerente / coordenador, ainda está focado em 'melhorar as fraquezas' de sua equipe corre o risco de ser aquele tipo de líder que barraria Garrincha por ter as pernas tortas, Albert Einstein por ter notas baixas na escola, Beethoven por ser surdo e Gisele Bündchen por ter nariz grande. E na gestão dele o mundo teria perdido todos esses talentos.
Quando o Zacarias dos Trapalhões faleceu, ao iniciar o programa seguinte, o Dedé entrou em cena e falou mais ou menos assim:
"Estamos todos muitos tristes com a partida de nosso irmão Zacarias... e hoje, para substituí-lo, chamamos:.. Ninguém... pois nosso Zaca é insubstituível"
Portanto nunca esqueça: Você é um talento único... Com toda certeza ninguém te substituirá.
Isso não só na vida profissional, mas na pessoal também... às vezes terminamos relacionamentos por só conseguir enxergar os "defeitos" do outro, e sempre ficamos em busca de alguém "perfeito", mas se pararmos e olharmos para as inesquecíveis canções que só aquela pessoa soube criar dentro de você e tudo mais que ela tem de bom, o final feliz aconteceria....
(Autor desconhecido, infelizmente)
segunda-feira, 19 de abril de 2010
A regra de ouro
Semana passada vi uma história de um administrador que participou de uma negociação que não sentiu muito orgulho, mesmo sabendo que economizou para a empresa algumas milhares de reais... Enganar não é um bom caminho, é um caminho que traz desconfiança e incertezas, pode ter o troco a altura e/ou com juros, eu sinceramente odeio juros, comprei um carro a prestação e estou pagando muitos juros, mas enfim, não vem ao acaso, mas é conseqüência...
Depois de ouvir esta história, não paro de pensar em ética, quais as nossas verdadeiras ações diante de pessoas e situações antiéticas? Quando nos omitimos também nos tornamos pessoas antiéticas? E se a conseqüência gera um pedido de demissão, ou se “entregar” a pessoa, como conseqüência também gera uma demissão? ou uma desconfiança generalizada dentro da empresa, hoje em dia emprego não está tão fácil, como havia citado anteriormente, temos contas para pagar no final do mês eu tenho o carro para pagar...
Por coincidência ou não, nesta semana assistir a reportagem da parceria ilegal e antiética entre médicos e farmácias e também li um blog que citava uma regra que deveria ser levada a sério na vida profissional e na vida pessoal para ter sucesso e transparência.
A regra de ouro:
Não faça aos outros o que não gostaria que fizessem a você e não tome nenhuma atitude que você não se orgulharia de contar aos seus pais, a seus familiares, aos seus amigos ou não gostaria de ver descritas nos jornais.
Depois de ouvir esta história, não paro de pensar em ética, quais as nossas verdadeiras ações diante de pessoas e situações antiéticas? Quando nos omitimos também nos tornamos pessoas antiéticas? E se a conseqüência gera um pedido de demissão, ou se “entregar” a pessoa, como conseqüência também gera uma demissão? ou uma desconfiança generalizada dentro da empresa, hoje em dia emprego não está tão fácil, como havia citado anteriormente, temos contas para pagar no final do mês eu tenho o carro para pagar...
Por coincidência ou não, nesta semana assistir a reportagem da parceria ilegal e antiética entre médicos e farmácias e também li um blog que citava uma regra que deveria ser levada a sério na vida profissional e na vida pessoal para ter sucesso e transparência.
A regra de ouro:
Não faça aos outros o que não gostaria que fizessem a você e não tome nenhuma atitude que você não se orgulharia de contar aos seus pais, a seus familiares, aos seus amigos ou não gostaria de ver descritas nos jornais.
sábado, 17 de abril de 2010
domingo, 11 de abril de 2010
Está na hora de trocar de emprego ! ! ! !
Todos os profissionais já passaram por este dilema, qual o momento certo pra trocarmos de empresa, quais os fatores a ser observados, bom...vamos por partes.
Qualidade de vida é um dos motivos para muitos trocarem de empresas grandes para empresas menores, é menos burocracia, decisões mais rápidas, menos reuniões, menos cobrança, menos stress, processos de trabalho mais curtos e dependendo do cargo salário menor também, mudar da cidade grande para cidade pequena, com menos tempo em trânsito, cidades mais verde, menos distancia do trabalho para casa, mais tranqüilidade, mais lazer e às vezes menos violência.
Salários....é claro que todos querem receber cada vez mais, mas nem sempre os maiores salários vem acompanhado somente de mais trabalhos e responsabilidades, alguns vem com o pacote de stress, maior tempo fora de casa com viagens, mais tempo no trabalho, menos tempo com a família.
Mudança de ares, você que trabalhou a vida inteira nos setores financeiros e recebeu a oportunidade de gerenciar a área financeira, maravilha, vai gerenciar uma área que domina e não terá dificuldades para formar, treinar, motivar e incentivar os profissionais, remanejamento de subordinados e até reformular os processos deste setor... Mas, quando um profissional recebe oportunidade de gerenciar um setor diferente do que tem conhecimento ou aceita uma oportunidade em outra empresa para gerenciar o setor diferente numa empresa com o segmento diferente, nesta situação deve-se avaliar para que não haja arrependimentos futuro, senão ambos sairiam prejudicados, a empresa teria que fazer um novo processo de recrutamento perdendo tempo e dinheiro e prejudicando a si mesmo, pois terá que procurar outro emprego.
Compatibilidade com a missão e objetivo, com o novo cargo e empresa, na década de 70 o piloto brasileiro de fórmula 1 Emmerson Fittipaldi foi patrocinado a vida inteira por companhia de fabricação e vendas de cigarros, o mesmo nunca fumou um cigarro sequer, mas nem sempre as opiniões adversas andam lado a lado, já imaginou apresentadora Xuxa apresentando uma luta de vale tudo, eu também não, somente imaginei para escrever este texto, enfim deve escolher uma empresa que tenha o mesmo princípios e ética que você, para que o casamento empregado e empregador dê certo.
Contudo se realmente estiver cansado da vida profissional, acha que a empresa é longe casa e que tudo que faz é chato, repetitivo, cansativo e procura novos rumos, uma empresa nova com departamento e responsabilidades diferentes lhe fará bem, quem sabe está na hora de colocar em prática aquele desejo de abrir uma empresa, uma pousada, fazer um doutorado e dar aulas......boa sorte.
Qualidade de vida é um dos motivos para muitos trocarem de empresas grandes para empresas menores, é menos burocracia, decisões mais rápidas, menos reuniões, menos cobrança, menos stress, processos de trabalho mais curtos e dependendo do cargo salário menor também, mudar da cidade grande para cidade pequena, com menos tempo em trânsito, cidades mais verde, menos distancia do trabalho para casa, mais tranqüilidade, mais lazer e às vezes menos violência.
Salários....é claro que todos querem receber cada vez mais, mas nem sempre os maiores salários vem acompanhado somente de mais trabalhos e responsabilidades, alguns vem com o pacote de stress, maior tempo fora de casa com viagens, mais tempo no trabalho, menos tempo com a família.
Mudança de ares, você que trabalhou a vida inteira nos setores financeiros e recebeu a oportunidade de gerenciar a área financeira, maravilha, vai gerenciar uma área que domina e não terá dificuldades para formar, treinar, motivar e incentivar os profissionais, remanejamento de subordinados e até reformular os processos deste setor... Mas, quando um profissional recebe oportunidade de gerenciar um setor diferente do que tem conhecimento ou aceita uma oportunidade em outra empresa para gerenciar o setor diferente numa empresa com o segmento diferente, nesta situação deve-se avaliar para que não haja arrependimentos futuro, senão ambos sairiam prejudicados, a empresa teria que fazer um novo processo de recrutamento perdendo tempo e dinheiro e prejudicando a si mesmo, pois terá que procurar outro emprego.
Compatibilidade com a missão e objetivo, com o novo cargo e empresa, na década de 70 o piloto brasileiro de fórmula 1 Emmerson Fittipaldi foi patrocinado a vida inteira por companhia de fabricação e vendas de cigarros, o mesmo nunca fumou um cigarro sequer, mas nem sempre as opiniões adversas andam lado a lado, já imaginou apresentadora Xuxa apresentando uma luta de vale tudo, eu também não, somente imaginei para escrever este texto, enfim deve escolher uma empresa que tenha o mesmo princípios e ética que você, para que o casamento empregado e empregador dê certo.
Contudo se realmente estiver cansado da vida profissional, acha que a empresa é longe casa e que tudo que faz é chato, repetitivo, cansativo e procura novos rumos, uma empresa nova com departamento e responsabilidades diferentes lhe fará bem, quem sabe está na hora de colocar em prática aquele desejo de abrir uma empresa, uma pousada, fazer um doutorado e dar aulas......boa sorte.
segunda-feira, 5 de abril de 2010
Quanto vale o show? ? ?
Quem nunca invejou aqueles cidadãos de terno finos com cargos de executivos, que ficam para cima e para baixo viajando de avião, tem executivos que ficam mais tempo em hotéis do que a própria casa, será que vale a pena?
Na faculdade aprendi que a cada decisão a ter tomada devemos fazer uma margem, onde colocamos de um lado todos os pontos positivos e do outro lado os pontos negativos, logicamente se a soma dos pontos positivos for maior que o negativo, vale a pena seguir em frente...
Quais são os pontos positivos? O dinheiro, status, futuro promissor, oportunidades, conhecimentos novos, locais novos, pessoas novas. São muitas coisas, mas para cada decisão tomada há coisas que desprendemos naturalmente ou por conseqüências, como contato da família, crescimento dos filhos, raízes curtas, solidão, saudades, condições de trabalho e etc.
Para qualquer oportunidade de trabalho, as que exigem viagens, mudança de residência devem ser melhor avaliadas e não se deve colocar o dinheiro em primeiro lugar, mas sim um conjunto em que traz benefícios a curto, médio e em longo prazo.
Na faculdade aprendi que a cada decisão a ter tomada devemos fazer uma margem, onde colocamos de um lado todos os pontos positivos e do outro lado os pontos negativos, logicamente se a soma dos pontos positivos for maior que o negativo, vale a pena seguir em frente...
Quais são os pontos positivos? O dinheiro, status, futuro promissor, oportunidades, conhecimentos novos, locais novos, pessoas novas. São muitas coisas, mas para cada decisão tomada há coisas que desprendemos naturalmente ou por conseqüências, como contato da família, crescimento dos filhos, raízes curtas, solidão, saudades, condições de trabalho e etc.
Para qualquer oportunidade de trabalho, as que exigem viagens, mudança de residência devem ser melhor avaliadas e não se deve colocar o dinheiro em primeiro lugar, mas sim um conjunto em que traz benefícios a curto, médio e em longo prazo.
Estagiário = Profissional com CTPS ? ? ?
Quando saiu a nova lei do Estagiário, comentei com meu pai e minha irmã do meio, que essa nova lei iria prejudicar os estudantes que procuravam vagas de estágio, pois as empresas teriam que arcar com os custos de contratar o estudante que não sabe (pois o estágio é um aprendizado) o ofício, a empresa teria que ensiná-lo, treiná-lo, dar férias e ainda corre o risco de perdê-lo para a concorrência.
Depois de alguns meses percebi que a minha previsão tinha dado certo (infelizmente), as vagas de estagiários diminuíram, as empresas diminuíram drasticamente as porcentagens de estagiários em seus quadros de funcionários e os únicos prejudicados... são os alunos que participam de várias entrevistas longas, cansativas e às vezes sem muito sentido, mas como todo estudante, de uma forma ou de outra, precisa do estágio para ganhar conhecimentos, experiência e cumprir a grade curricular exigida pela faculdade e outros estudantes para ganhar conhecimentos, experiência, cumprir a grade curricular da faculdade e ainda uma bolsa para tentar sobreviver na selva de pedra.
Depois de alguns meses percebi que a minha previsão tinha dado certo (infelizmente), as vagas de estagiários diminuíram, as empresas diminuíram drasticamente as porcentagens de estagiários em seus quadros de funcionários e os únicos prejudicados... são os alunos que participam de várias entrevistas longas, cansativas e às vezes sem muito sentido, mas como todo estudante, de uma forma ou de outra, precisa do estágio para ganhar conhecimentos, experiência e cumprir a grade curricular exigida pela faculdade e outros estudantes para ganhar conhecimentos, experiência, cumprir a grade curricular da faculdade e ainda uma bolsa para tentar sobreviver na selva de pedra.
domingo, 4 de abril de 2010
Salário do Administrador
O CFA não estabelece piso salarial do Administrador. A FEBRAD (Federação Brasileira dos Administradores) disponibiliza no site www.febrad.org.br a tabela de honorários da categoria profissional dos Administradores.
O salário referente para a categoria de administrador R$ 2.917,00, com registro em carteira de trabalho, com 220 horas mensais, este salário foi decidido pela Assembléia Geral Ordinária elaborado pelo estudo 150 empresas do Brasil, elaborado pela revista VOCE S/A...divulgado no mês de agosto de 2008.
Nós já estamos nos mês de abril de 2010, este salário foi divulgado recentemente pelo site da FRABAD, portanto já esta desatualizado, de acordo com a economia atual
Mais informações sobre salários e honorários no site http://www.febrad.org.br/, consulte é um direito seu administrador.
O salário referente para a categoria de administrador R$ 2.917,00, com registro em carteira de trabalho, com 220 horas mensais, este salário foi decidido pela Assembléia Geral Ordinária elaborado pelo estudo 150 empresas do Brasil, elaborado pela revista VOCE S/A...divulgado no mês de agosto de 2008.
Nós já estamos nos mês de abril de 2010, este salário foi divulgado recentemente pelo site da FRABAD, portanto já esta desatualizado, de acordo com a economia atual
Mais informações sobre salários e honorários no site http://www.febrad.org.br/, consulte é um direito seu administrador.
sábado, 3 de abril de 2010
Lição de vida!

"Dizem que conselho só se dá a quem pede. E, se vocês me convidarampara paraninfo, estou tentado a acreditar que tenho licença para daralguns.Portanto, apesar da minha pouca autoridade para dar conselhos a quemquer que seja aqui vão alguns, que julgo valiosos.Meu primeiro conselho: Não paute sua vida, nem sua carreira, pelodinheiro. Ame seu ofício com todo o coração. Persiga fazer o melhor.Seja fascinado pelo realizar, que o dinheiro virá como conseqüência.Quem pensa só em dinheiro não consegue sequer ser nem um grandebandido, nem um grande canalha.Napoleão não invadiu a Europa por dinheiro. Hitler não matou 6 milhõesde judeus por dinheiro. Michelangelo não passou 16 anos pintando a Capela Sistina por dinheiro. E, geralmente, os que só pensam nele não o ganham, porque sãoincapazes de sonhar. E tudo que fica pronto na vida foi construídoantes, na alma.A propósito disso, lembro-me de uma passagem extraordinária, quedescreve o diálogo entre umafreira americana cuidando de leprosos no Pacífico e um milionáriotexano. O milionário, vendo-a tratardaqueles leprosos, disse:- 'Freira, eu não faria isso por dinheiro nenhum no mundo..'E ela respondeu:-'Eu também não faço, meu filho.'Não estou fazendo com isso nenhuma apologia à pobreza, muito pelocontrário. Digo apenas que pensar e realizar tem trazido mais fortunado que pensar em fortuna.Meu segundo conselho: Pense no seu País. Porque, principalmente hoje,pensar em todos é a melhor maneira de pensar em si. Afinal , é difícilviver numa nação onde a maioria morre de fome e a minoria morre demedo. O caos político gera uma queda de padrão de vida generalizada.Os pobres vivem como bichos, e uma elite brega, sem cultura e semrefinamento, não chega a viver como homens. Roubam, mas vivem uma vidadigna de Odorico Paraguassu.Meu terceiro conselho vem diretamente da Bíblia:'Seja quente ou seja frio, não seja morno que eu te vomito'. Éexatamente isso que está escrito na carta de Laudiceia: Seja quente ouseja frio, não seja morno que eu te vomito, ou seja, é preferível oerro à omissão, o fracasso ao tédio, o escândalo ao vazio. Porque jávi grandes livros e filmes sobre a tristeza, a tragédia, o fracasso.Mas ninguém narra o ócio, a acomodação, o não fazer, o remanso.Colabore com seu biógrafo. Faça, erre, tente, falhe, lute.
Mas, porfavor, não jogue fora, se acomodando, a extraordinária oportunidade deter vivido, tendo consciência de que cada homem foi feito para fazerhistória. Que todo homem é um milagre e traz em si uma revolução. Queé mais do que sexo ou dinheiro. Você foi criado para construirpirâmides e versos, descobrir continentes e mundos, e caminhar,sempre, com um saco de interrogações na mão e uma caixa depossibilidades na outra.Não use Rider, não dê férias a seus pés. Não se sente e passe a seranalista da vida alheia, espectador do mundo, comentarista docotidiano, dessas pessoas que vivem a dizer: 'eu não disse!', 'eusabia!'. Toda família tem um tio batalhador e bem de vida. E, duranteo almoço de domingo, tem que agüentar aquele outro tio muitointeligente e fracassado contar tudo que ele faria, se fizesse algumacoisa. Chega dos poetas não publicados. Empresários de mesa de bar.Pessoas que fazem coisas fantásticas toda sexta de noite, todo sábadoe domingo, mas que na segunda não sabem concretizar o que falam.Porque não sabem ansiar, não sabem perder a pose, porque não sabemrecomeçar. Porque não sabem trabalhar.Eu digo: trabalhem, trabalhem, trabalhem. De 8 às 12, de 12 às 8 emais se for preciso. Trabalho não mata. Ocupa o tempo. Evita o ócio(que é a morada do demônio) e constrói prodígios. O Brasil, este paísde malandros e espertos, da vantagem em tudo, tem muito o que aprendercom aqueles trouxas dos japoneses. Porque aqueles trouxas japoneses,que trabalham de sol a sol, construíram, em menos de 50 anos, a 2ªmaior megapotência do planeta. Enquanto nós, os espertos, construímosuma das maiores impotências do trabalho.Trabalhe! Muitos de seus colegas dirão que você está perdendo suavida, porque você vai trabalhar enquanto eles veraneiam. Porque vocêvai trabalhar, enquanto eles vão ao mesmo bar da semana anterior,conversar as mesmas conversas, mas o tempo (que é mesmo o senhor darazão) vai bendizer o fruto do seu esforço, e só o trabalho lhe leva aconhecer pessoas e mundos que os acomodados não conhecerão.'E isso se chama SUCESSO."Nizan Guanaes
Criando raízes forte...nascendo árvores forte
Criando raízes
Quando eu era pequeno, tinha um vizinho idoso chamado Dr. Gibbs. Ele não se parecia com qualquer outro médico que eu já tivesse conhecido. Todas as vezes que o via, estava metido em macacões de brim e usava um chapéu de palha cuja aba era de plástico verde. Sorria muito – um sorriso que combinava bem com o chapéu: velho, enrugado e muito usado. Nunca brigava conosco por brincarmos em seu quintal. Lembro-me dele como uma pessoa muito mais amável do que justificavam as circunstâncias. Quando não estava salvando vidas, o Dr. Gibbs plantava árvores. Sua casa ficava no meio de um terreno de 40 mil metros quadrados de terra, e o grande objetivo de sua vida era transformá-lo numa floresta.
O bom médico tinha teorias interessantes sobre o cultivos de plantas. Ele era discípulo da seguinte escola de horticultura: “Sem sofrimento, não há crescimento”.Nunca regava as árvores novas, o que não combinava com a sabedoria convencional. Certa vez, eu lhe perguntei porque agia assim. Ele disse que, se regasse as plantas, as deixaria mimadas e que, dessa maneira, cada geração seguinte seria mais e mais fraca. Pra o Dr. Gibbs, era preciso dificultar as coisas e eliminar as mais fracas desde o início.
Ele dizia que regar uma árvore gerava raízes superficiais. Já as árvores que não eram regadas desenvolviam raízes profundas que buscavam a umidade da terra. Imaginei que, com isso, ele quisesse dizer que raízes profundas deveriam ser valorizadas.
O médico, portanto, jamais regava SUS árvores. Plantava um carvalho e, em vez de regá-lo todas as manhãs, surrava-o com um jornal enrolado. Schlep! Poft! Pou! Perguntei-lhe por que fazia aquilo e ele respondeu que era para chamar atenção da árvore.
O Dr. Gibbs morreu uns dois anos depois que eu deixei a casa de meus pais. De vez em quando, passo por sua casa e olho as árvores que o vi plantar há vinte anos. Hoje são fortes como granito. Grandes e robustas. Essas árvores acordam toda manhã. Batem no peito e bebem café amargo.
Plantei duas árvores há alguns anos. Levei água para elas o verão inteiro. Borrifei-as. Rezei junto a elas. Fiz de tudo. Dois anos de tantos mimos resultara, em árvores que esperam ser servidas como rainhas. Quando um vento frio sopra, elas temem e estalam os galhos. Mas que arvorezinhas mais frescas!
Há algo de engraçado nas árvores do Dr. Gibbs. A adversidade e a privação parecem, realmente ter feito enorme bem a elas. Creio que de uma maneira que o conforto e a comodidade jamais teriam conseguido.
Todas as noites, vou ao quarto de meus dois filhos para ver como estão. Fico e pé, ao lado das camas, e observo seus corpinhos, a vida a subir e descer dentro deles ao ritmos de suas respirações. Sempre rezo por eles. Na maioria das vezes, peço para que suas visa sejam tranqüilas: “Senhor, poupe-os das dificuldades.” Mas, ultimamente, tenho pensado que talvez esteja na hora de mudar minha prece.
Isso tem a ver com a inevitabilidade dos ventos frios que nos atingem lá na essência. Eu sei que, como todos nós, meus filhos também enfrentarão dificuldades. E rezar para que isso não aconteça parece ingenuidade minha. Sempre haverá um vento frio soprando de algum lugar.
Por isso, vou mudar minha prece noturna. Porque a vida é dura, quer agente queira ou não. Vou passar a rezar para que as raízes de meus filhos sejam profundas, para que possam encontrar forças nas fontes ocultas do eterno Deus. É comum rezarmos para que a vida seja fácil, mas essas preces raramente são atendidas. O que devemos fazer é pedir a Deus por raízes que se estendam até a Eternidade, para que, quando as chuvas caírem e os ventos soprarem, não sejamos arrastados para longe.
Quando eu era pequeno, tinha um vizinho idoso chamado Dr. Gibbs. Ele não se parecia com qualquer outro médico que eu já tivesse conhecido. Todas as vezes que o via, estava metido em macacões de brim e usava um chapéu de palha cuja aba era de plástico verde. Sorria muito – um sorriso que combinava bem com o chapéu: velho, enrugado e muito usado. Nunca brigava conosco por brincarmos em seu quintal. Lembro-me dele como uma pessoa muito mais amável do que justificavam as circunstâncias. Quando não estava salvando vidas, o Dr. Gibbs plantava árvores. Sua casa ficava no meio de um terreno de 40 mil metros quadrados de terra, e o grande objetivo de sua vida era transformá-lo numa floresta.
O bom médico tinha teorias interessantes sobre o cultivos de plantas. Ele era discípulo da seguinte escola de horticultura: “Sem sofrimento, não há crescimento”.Nunca regava as árvores novas, o que não combinava com a sabedoria convencional. Certa vez, eu lhe perguntei porque agia assim. Ele disse que, se regasse as plantas, as deixaria mimadas e que, dessa maneira, cada geração seguinte seria mais e mais fraca. Pra o Dr. Gibbs, era preciso dificultar as coisas e eliminar as mais fracas desde o início.
Ele dizia que regar uma árvore gerava raízes superficiais. Já as árvores que não eram regadas desenvolviam raízes profundas que buscavam a umidade da terra. Imaginei que, com isso, ele quisesse dizer que raízes profundas deveriam ser valorizadas.
O médico, portanto, jamais regava SUS árvores. Plantava um carvalho e, em vez de regá-lo todas as manhãs, surrava-o com um jornal enrolado. Schlep! Poft! Pou! Perguntei-lhe por que fazia aquilo e ele respondeu que era para chamar atenção da árvore.
O Dr. Gibbs morreu uns dois anos depois que eu deixei a casa de meus pais. De vez em quando, passo por sua casa e olho as árvores que o vi plantar há vinte anos. Hoje são fortes como granito. Grandes e robustas. Essas árvores acordam toda manhã. Batem no peito e bebem café amargo.
Plantei duas árvores há alguns anos. Levei água para elas o verão inteiro. Borrifei-as. Rezei junto a elas. Fiz de tudo. Dois anos de tantos mimos resultara, em árvores que esperam ser servidas como rainhas. Quando um vento frio sopra, elas temem e estalam os galhos. Mas que arvorezinhas mais frescas!
Há algo de engraçado nas árvores do Dr. Gibbs. A adversidade e a privação parecem, realmente ter feito enorme bem a elas. Creio que de uma maneira que o conforto e a comodidade jamais teriam conseguido.
Todas as noites, vou ao quarto de meus dois filhos para ver como estão. Fico e pé, ao lado das camas, e observo seus corpinhos, a vida a subir e descer dentro deles ao ritmos de suas respirações. Sempre rezo por eles. Na maioria das vezes, peço para que suas visa sejam tranqüilas: “Senhor, poupe-os das dificuldades.” Mas, ultimamente, tenho pensado que talvez esteja na hora de mudar minha prece.
Isso tem a ver com a inevitabilidade dos ventos frios que nos atingem lá na essência. Eu sei que, como todos nós, meus filhos também enfrentarão dificuldades. E rezar para que isso não aconteça parece ingenuidade minha. Sempre haverá um vento frio soprando de algum lugar.
Por isso, vou mudar minha prece noturna. Porque a vida é dura, quer agente queira ou não. Vou passar a rezar para que as raízes de meus filhos sejam profundas, para que possam encontrar forças nas fontes ocultas do eterno Deus. É comum rezarmos para que a vida seja fácil, mas essas preces raramente são atendidas. O que devemos fazer é pedir a Deus por raízes que se estendam até a Eternidade, para que, quando as chuvas caírem e os ventos soprarem, não sejamos arrastados para longe.
sexta-feira, 2 de abril de 2010
Hoje pela manhã decidir fazer o meu blog....colocar as idéias em dia, contar os meu planos, minhas dúvidas, sentimentos..pretendo escrever diariamente sobre o meu dia-a-dia, o meu trabalho, os lugares,...divulgar minhas perspectivas, sonhos...um passo de cada vez, para não correr o risco de tropeçar e cair, em caso cair...levantar, sacudir a poeira e seguir em frente.....sempre.
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